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Lixa-grande

(Sphaerodothis acrocomiae) Culturas Afetadas:

O fungo Sphaerodothis acrocomiae é o agente causal da lixa-grande do coqueiro. Esta doença tem distribuição semelhante à da lixa-pequena, sendo conhecida nos plantios dos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro e da Região Nordeste do Brasil. Quando associada à queima-das-folhas, essa doença causa prejuízos maiores.

Danos: Ocorre principalmente na face superior dos folíolos, formando estromas marrons, rugosos, circulares, isolados, alinhados ou coalescentes. Na face inferior, a ocorrência é menor. Os estromas soltam-se mais facilmente que os da lixa pequena.

Controle: Na poda de limpeza deve-se remover e queimar as partes afetadas, com a finalidade de reduzir o potencial de inóculo. Vários trabalhos de pesquisa têm sido realizados para possibilitar o controle químico deste patógeno, mas a utilização dessa técnica em grandes culturas é considerada inviável devido ao tamanho das plantas. Nas Regiões Norte e Nordeste, as lixa são colonizadas por diferentes fungos hiperparasitas, como Hansfordia sp., Acremonium sp. e Septofusidium elegans.

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