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A queima do broto da soja é uma virose associada ao vírus TSV (Tomato spotted wilt virus) que afeta principalmente plantas jovens, podendo comprometer o estande e o desenvolvimento inicial da cultura. Entre novembro e abril, produtores de regiões como Bahia, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraná e Rio Grande do Sul devem reforçar o monitoramento para identificar os sintomas precocemente e reduzir os riscos de perdas produtivas.
O manejo integrado da lagarta-da-soja (Rachiplusia nu) é fundamental para reduzir perdas de produtividade e controlar a praga em lavouras com histórico de alta infestação, especialmente entre novembro e abril. O monitoramento frequente, o controle biológico e o uso criterioso de Inseticidas ajudam a manter as populações abaixo do nível de dano econômico e a preservar a eficiência das tecnologias disponíveis.
A adubação potássica do feijão no pré-plantio é essencial para garantir o desenvolvimento inicial das plantas, o equilíbrio nutricional e o potencial produtivo da lavoura. Para evitar perdas, o produtor deve avaliar a fertilidade do solo, considerar o histórico da área e definir a dose, a fonte e a forma de aplicação do Potássio (K) conforme as recomendações técnicas.
O preço do caroço de algodão em Mato Grosso recuou 5,54% em outubro de 2026, com média de R$ 718,40 por tonelada, pressionado pelo avanço do beneficiamento da safra 2025/26 e pela demanda enfraquecida no estado. Segundo dados divulgados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), o beneficiamento atingiu 65,62% até a última sexta-feira, ampliando a oferta do produto no mercado.
As perspectivas climáticas para o milho 2026/27 em Mato Grosso indicam disponibilidade hídrica para a semeadura, mas exigem atenção à distribuição das chuvas nos próximos meses. Segundo dados divulgados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a produtividade está projetada em 119,64 sacas por hectare, e a produção, em 53,68 milhões de toneladas, mesmo diante dos riscos climáticos ao longo do ciclo.
O esmagamento de soja em Mato Grosso acumulou 10,42 milhões de toneladas até setembro de 2026, alta de 4,74% em relação ao mesmo período de 2025. Segundo dados divulgados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), o avanço é sustentado pela maior demanda industrial pela oleaginosa e pelos coprodutos, enquanto o volume processado em setembro recuou devido à paralisação programada de algumas unidades para manutenção.
A cotação do boi gordo subiu R$ 2,00 por arroba em São Paulo, mesmo com parte dos frigoríficos ainda definindo os preços após o feriado de Finados, em 2 de novembro. Segundo análise do informativo Tem Boi na Linha, divulgado pela Scot Consultoria, as escalas de abate atendiam, em média, seis dias, enquanto o mercado atacadista de carne bovina com osso registrou alta em todas as categorias de carcaças casadas.
A semeadura de milho na Argentina para a safra 2026/27 chegou a 47,30% da área projetada na semana encerrada em 28 de outubro, com avanço de 12,30 pontos percentuais (p.p.) em relação ao mesmo período da temporada passada. Segundo dados divulgados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), o ritmo acelerado é favorecido pela boa disponibilidade hídrica e pela maior participação do milho precoce neste ciclo.
Estudo de pesquisadores da Embrapa Hortaliças (DF) propõe diretrizes para tornar a olericultura brasileira mais resiliente aos impactos do El Niño. O trabalho aborda as bases fisiológicas das plantas, as vulnerabilidades produtivas e as estratégias de adaptação para a produção de hortaliças no território nacional.
O INTA recomenda intensificar o monitoramento dos ervais em outubro e novembro, período favorável ao desenvolvimento do mal da tela, e aplicar medidas sanitárias para conter a doença
Doze startups venceram a 10ª edição do Desafio AgroStartup, recebendo R$ 60 mil cada para desenvolver soluções tecnológicas voltadas à produtividade, à saúde e à segurança no agronegócio
A safra de soja 2026/27 no Paraná enfrenta um período de incertezas após as fortes chuvas que atingiram diferentes regiões do estado no início de novembro. Além de dificultar as operações no campo, o excesso de umidade pode comprometer a formação das lavouras, exigir uma nova semeadura em áreas prejudicadas e aumentar as despesas dos agricultores. O cenário preocupa porque parte significativa da área destinada à cultura já recebeu sementes. Conforme o Departamento de Economia Rural (Deral), até 26 de outubro o plantio havia alcançado 62% dos 5,74 milhões de hectares previstos para o ciclo.
A produção brasileira de soja deve alcançar 184 milhões de toneladas na safra 2026/27, um aumento de 2% em relação ao ciclo anterior e um novo recorde nacional. Segundo dados divulgados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), com base em estimativas do adido do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em Brasília, o avanço será impulsionado pela expansão da área cultivada, embora o El Niño possa influenciar a produtividade e as condições de colheita.
O governo de Portugal anunciou novos recursos para apoiar agricultores afetados por incêndios rurais e pelo aumento dos preços dos combustíveis. Segundo informações divulgadas pelo portal português Voz do Campo, as medidas somam 25 milhões de euros, sendo 10 milhões destinados à recuperação de propriedades atingidas pelo fogo e 15 milhões para aliviar os custos com diesel agrícola
O trigo cultivado no Sul enfrenta dois problemas que pesam na produtividade e no custo da lavoura: os veranicos de inverno, períodos de 15 a 30 dias sem chuva durante o desenvolvimento da cultura, e plantas daninhas como azevém, buva e nabo, que competem por água, luz, nutrientes e espaço e já resistem a diferentes grupos químicos de herbicidas. A partir de 2029, o produtor deve contar com cultivares com a biotecnologia HB4®, que reúnem tolerância ao estresse hídrico para proteger o ciclo e o potencial produtivo da cultura, e ao glufosinato de amônio, herbicida que poderá ser aplicado sobre a lavoura já emergida. A previsão foi apresentada no Dia de Campo 2026 da OR Genética e da Sementes Webber, realizado em 21 de outubro, em Coxilha (RS), com cerca de 250 participantes.
A redução da umidade do solo em áreas do Centro-Oeste aumentou a preocupação com o desenvolvimento inicial das lavouras de soja da safra 2026/27. Mesmo com o avanço da semeadura durante outubro, a irregularidade das chuvas pode comprometer a emergência uniforme das plantas.
O preço do milho deve continuar sob pressão no mercado internacional com o avanço da colheita nos Estados Unidos, enquanto a demanda interna, as exportações brasileiras e os riscos climáticos para a safrinha de 2027 podem influenciar as cotações no Brasil. Segundo dados divulgados pela Grão Direto, na análise Direto do Campo, produzida pela Grainsights nesta terça-feira (3), o comportamento do câmbio, dos juros e da oferta global também será determinante para as oportunidades de comercialização do cereal.
O plantio da soja na safra 2026/27 alcançou 45,8% da área prevista no Brasil em outubro, após a retomada das chuvas em importantes regiões produtoras. O avanço colocou a semeadura nacional à frente do ritmo observado nas últimas cinco safras, conforme levantamento da Consultoria Agro Itaú BBA.
Plantar arroz em Rio do Campo, a 600m de altitude, sempre foi um desafio para Antônio Carlos Contezini, já que a região do Alto Vale do Itajaí costuma ter extremos de temperatura tanto no inverno como no verão, afetando a produtividade.
Uma nova geração de cultivares de trigo está em avaliação para reduzir os impactos dos veranicos e ampliar as alternativas de controle de plantas daninhas. Desenvolvidas pela OR Genética, com biotecnologia HB4® licenciada pela Trigall Genetics, as linhagens foram apresentadas durante dia de campo em Coxilha (RS), com previsão de chegada ao mercado em 2029