O agronegócio brasileiro precisa avançar além da lógica baseada apenas em commodities e considerar com mais atenção o valor agregado de cada produto. A avaliação é de José Carlos de Lima Júnior, especialista em Estratégia, Competição e Estruturas de Mercado em Agronegócios. Ao usar a soja como exemplo, ele destaca que a formação de preços não depende somente da referência dos contratos futuros negociados na bolsa de Chicago, mas também das condições específicas do produto físico.
Especialista vê valor agregado como futuro do agro
A análise aponta que a discussão não deve se limitar ao preço da saca
Por Leonardo Gottems
26/08/2026 09h09 · Fonte: Agrolink


