Mercado de cana atento ao clima
O mix de produção deverá ser em torno de 51,5% a 52,0% de açúcar

De acordo com o Rabobank, o mercado de cana, açúcar e etanol está atento às condições climáticas no Brasil e na Índia, com foco na produção para a safra 2025/26. O clima, especialmente em janeiro e fevereiro, foi desfavorável em algumas regiões do centro-sul de São Paulo, resultando em volumes de chuva abaixo da média, o que pode impactar a produtividade das lavouras de cana. O Rabobank projeta uma moagem de 595 milhões de toneladas de cana para 2025/26, com as usinas maximizando a produção de açúcar, dado o atrativo preço da commodity.
“De acordo com o Rabobank, o mercado de cana, açúcar e etanol está atento às condições climáticas no Brasil e na Índia, com foco na produção para a safra 2025/26. O clima, especialmente em janeiro e fevereiro, foi desfavorável em algumas regiões do centro-sul de São Paulo, resultando em volumes de chuva abaixo da média, o que pode impactar a produtividade das lavouras de cana. O Rabobank projeta uma moagem de 595 milhões de toneladas de cana para 2025/26, com as usinas maximizando a produção de açúcar, dado o atrativo preço da commodity”, comenta.
O mix de produção deverá ser em torno de 51,5% a 52,0% de açúcar, com uma produção estimada de 41 milhões de toneladas. No entanto, o mercado enfrenta fatores que pressionam os preços do açúcar, como a revisão para baixo da produção na Índia e na Tailândia, além das incertezas sobre a produção de cana no centro-sul do Brasil. O déficit global estimado para 2024/25 é de 3,8 milhões de toneladas, o que mantém os preços em Nova Iorque na faixa de 19-20 US c/lp.
Outro ponto de atenção é o impacto da queda nos preços internacionais de petróleo e a desvalorização do dólar frente ao real, que trouxe o preço da gasolina no Brasil para um nível similar ao da paridade de importação. O governo brasileiro também está considerando aumentar a mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina de 27% para 30%, o que poderia aumentar a demanda anual por etanol em 1,1 bilhão de litros.
O mix de produção deverá ser em torno de 51,5% a 52,0% de açúcar, com uma produção estimada de 41 milhões de toneladas. No entanto, o mercado enfrenta fatores que pressionam os preços do açúcar, como a revisão para baixo da produção na Índia e na Tailândia, além das incertezas sobre a produção de cana no centro-sul do Brasil. O déficit global estimado para 2024/25 é de 3,8 milhões de toneladas, o que mantém os preços em Nova Iorque na faixa de 19-20 US c/lp.
Outro ponto de atenção é o impacto da queda nos preços internacionais de petróleo e a desvalorização do dólar frente ao real, que trouxe o preço da gasolina no Brasil para um nível similar ao da paridade de importação. O governo brasileiro também está considerando aumentar a mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina de 27% para 30%, o que poderia aumentar a demanda anual por etanol em 1,1 bilhão de litros.