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Parceria incentiva agricultura regenerativa

A iniciativa será implementada em uma fazenda da AMAGGI em Rondônia



A iniciativa será implementada em uma fazenda da AMAGGI em Rondônia A iniciativa será implementada em uma fazenda da AMAGGI em Rondônia - Foto: Pixabay

A AMAGGI, gigante do agronegócio brasileiro, e a climate-tech anglo-brasileira NaturAll Carbon anunciaram uma parceria estratégica para a geração de créditos de carbono por meio da agricultura regenerativa. O projeto será certificado pela Verra, utilizando a metodologia VM 0042 (Agriculture Land Management), reconhecida por sua precisão científica no sequestro de carbono no solo.  

A iniciativa será implementada em uma fazenda da AMAGGI em Rondônia, abrangendo 25 mil hectares. A transição de pastagens degradadas e cultivos convencionais para práticas regenerativas, como plantio direto, rotação de culturas e uso de cobertura vegetal, permitirá capturar CO2 da atmosfera e armazená-lo no solo. A medição será feita com amostragem física e modelagem computacional avançada, garantindo transparência e rastreabilidade dos créditos gerados.  

Os créditos de carbono serão classificados como Nature-Based Solutions, trazendo benefícios ambientais e econômicos. Para a AMAGGI, a parceria reforça seu compromisso com a descarbonização e a sustentabilidade, alinhando-se a metas validadas pela Science Based Targets Initiative (SBTi). Já para a NaturAll Carbon, a colaboração abre portas para expandir o mercado de carbono no Brasil, conectando produtores rurais a compradores globais.  

"Nosso objetivo é transformar a agricultura regenerativa em uma alternativa viável e rentável para os produtores rurais do Brasil, conectando-os a compradores de créditos de carbono ao redor do mundo e por meio de nossa sede em Londres", afirma Alexandre Leite, CEO e cofundador da NaturAll Carbon. "Com a parceria da AMAGGI, abrimos definitivamente as portas para o mercado de carbono no Brasil e podemos escalar esse impacto, levar soluções sustentáveis para mais agricultores e ajudar a construir uma cadeia produtiva cada vez mais resiliente e alinhada às metas globais de descarbonização."
 

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