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Psilídeo-de-concha pode causar perdas de até 30% nas plantações de eucalipto

Inseto de origem australiana chegou ao Brasil em 2003



Foto: BASF

Com mais de 10 milhões de hectares plantados, o Brasil é um dos maiores produtores mundiais de celulose e produtos derivados do setor florestal. De acordo com o último Relatório Ibá - da Indústria Brasileira de Árvores -, o setor de árvores cultivadas é responsável por R$ 37,9 bilhões do PIB nacional (0,9% do total) e R$ 202 bilhões de receita bruta anual, com US$ 12,7 bilhões em exportações. Além disso, as áreas de florestas cultivadas estocam cerca de 4,92 bilhões de toneladas de CO2eq (dióxido de carbono equivalente, medida internacional para gases com efeito estufa), e 87% da energia consumida vem de fontes renováveis.

No entanto, um dos maiores desafios para o setor florestal brasileiro atualmente é o psilídeo-de-concha (Glycaspis brimblecombei). O inseto de origem australiana chegou ao Brasil em 2003 e se espalhou rapidamente utilizando como hospedeiro várias espécies do gênero Eucalyptus. Entre os anos de 2020 e 2023, o aumento do psilídeo-de-concha foi maior que 65% no país, segundo o Programa Cooperativo sobre Proteção Florestal (PROTEF).

As plantas afetadas apresentam folhas cobertas por pequenas conchas cônicas, que podem causar desfolhamento e levar à morte das árvores. Outro dano causado é a redução da área foliar, que diminui a atividade fotossintética da planta e compromete seu desenvolvimento. Além disso, a infestação do psilídeo-de-concha pode favorecer o ataque de pragas secundárias e a ocorrência de doenças. A Embrapa estima que o inseto pode causar perdas de produtividade de até 30%.

Atenta às necessidades do setor, a BASF está lançando sua primeira solução para psilídeo-de-concha no eucalipto, o Fastac® Duo, um produto de ação sistêmica e de contato que combina eficiência no controle e flexibilidade na aplicação.

O Fastac® Duo pode ser aplicado tanto de forma aérea quanto de forma terrestre, e a sua formulação em suspensão concentrada facilita a incorporação do produto na calda.

“O grande diferencial do Fastac® Duo é a sua flexibilidade de aplicação para um controle ainda mais eficiente do psilídeo-de-concha. Podem ser realizadas até três aplicações anuais, com um período de reentrada adaptado à necessidade de cada produtor", explica Ricardo Zanquettim, Gerente Sênior P&SS da BASF Soluções para Agricultura na América Latina.

Ao aplicar o Fastac® Duo, mesmo em altas incidências, o ciclo do psilídeo pode ser interrompido de forma eficiente, protegendo a floresta. “Este lançamento reafirma o nosso compromisso com inovação, tecnologia e qualidade em prol da sustentabilidade do setor florestal brasileiro", completa Zanquettim.

O Fastac® Duo para eucalipto foi lançado no BASF Forest Summit 2025, evento encerrado no último dia 14, que reuniu clientes, especialistas e órgãos representantes do setor florestal na América Latina na estação experimental de Santo Antônio de Posse (SP).

“O evento marcou um novo capítulo para o setor florestal brasileiro, unindo tecnologia, inovação e conhecimento para impulsionar a sustentabilidade e a produtividade dos povoamentos florestais”, comentou Gabriela Naibo, Pesquisadora de Solos e Manejo Florestal da CMPC Brasil.

BASF Soluções para Agricultura. Juntos pelo seu Legado.

ATENÇÃO: este produto é perigoso à saúde humana, animal e ao meio ambiente. Uso agrícola. Venda sob receituário agronômico. Consulte sempre um agrônomo. Informe-se e realize o manejo integrado de pragas. Descarte corretamente as embalagens e os restos dos produtos. Leia atentamente e siga as instruções contidas no rótulo, na bula e na receita. Utilize os equipamentos de proteção individual.

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