Adubação do milho: como escolher o fertilizante ideal
Nutrição adequada do milho é essencial para garantir produtividade

O milho é uma das culturas mais cultivadas no mundo, com papel fundamental na alimentação humana, na nutrição animal e na produção de biocombustíveis. No entanto, para garantir colheitas produtivas e grãos de qualidade, a nutrição adequada das plantas é essencial. A escolha correta do fertilizante e a aplicação no momento certo são determinantes para o sucesso da lavoura.
Adubação do milho: quais nutrientes são essenciais?
Para atingir seu máximo potencial produtivo, o milho exige um fornecimento equilibrado de nutrientes ao longo de seu ciclo de crescimento. Entre os mais importantes estão o Nitrogênio (N), o Fósforo (P) e o Potássio (K), conhecidos como fertilizantes NPK.
O nitrogênio é essencial para o desenvolvimento vegetativo, enquanto o fósforo auxilia na formação das raízes e no enchimento dos grãos. Já o potássio fortalece a planta contra pragas, doenças e variações climáticas. Além desses macronutrientes, o milho também necessita de cálcio, magnésio e enxofre, além de micronutrientes como zinco e boro, que contribuem para o metabolismo da planta.
Momento correto da aplicação impacta na produtividade
A adubação do milho deve ser planejada conforme as necessidades da cultura e pode ser dividida em dois momentos principais:
Adubação de base (ou de plantio): realizada na semeadura, fornece os nutrientes iniciais para o desenvolvimento das plantas.
Adubação de cobertura: aplicada durante o crescimento da lavoura, reforça a nutrição da cultura, com ênfase no nitrogênio.
A definição do tipo de fertilizante e da quantidade a ser aplicada deve levar em consideração as condições do solo, o clima da região e as exigências da cultivar.