Pulgões ameaçam produtividade do milho
O manejo da praga deve ser realizado com monitoramento constante

As lavouras de milho desta safra estão enfrentando um grande desafio com a infestação de pulgões, conforme alerta Débora Paula Menocin, Engenheira Agrônoma e Franqueada da SEMPRE AGTECH. Esses insetos sugadores se alimentam da seiva das plantas, comprometendo seu crescimento e reduzindo a produtividade. Além disso, os pulgões são vetores de viroses, como o mosaico do milho, agravando ainda mais os impactos sobre as plantações.
Outro fator preocupante é a liberação de substâncias açucaradas conhecidas como honeydew, que criam um ambiente propício para o desenvolvimento de fungos como a fumagina. Essa camada escura sobre as folhas dificulta a fotossíntese, prejudicando ainda mais a sanidade das plantas e a formação dos grãos. A soma desses danos pode levar a perdas significativas para os produtores, exigindo estratégias eficazes de controle.
O manejo da praga deve ser realizado com monitoramento constante, identificando precocemente a presença dos insetos para evitar que a infestação se espalhe. Métodos biológicos, inseticidas seletivos e a escolha de híbridos mais tolerantes são algumas das alternativas recomendadas para minimizar os prejuízos.
Com a intensificação dos ataques de pulgões, especialistas reforçam a importância de um manejo integrado de pragas para garantir lavouras mais produtivas e sustentáveis. A atenção redobrada no campo pode ser a diferença entre uma safra saudável e perdas expressivas na colheita.
“Outro problema é a liberação de substâncias açucaradas conhecidas como honeydew, que favorecem o crescimento de fungos, como a fumagina, dificultando a fotossíntese. Com isso, a infestação de pulgões pode resultar em menor produção de grãos e prejuízos econômicos significativos para os agricultores”, comenta.