Milho cai na B3 e em Chicago
Na Bolsa de Chicago, o milho fechou em leve baixa

O milho na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) fechou em baixa com preços no físico perdendo força, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “As cotações da B3 conseguiram estancar a sequência de quedas dos últimos dias. A rápida queda das cotações do cereal na bolsa, não foram acompanhadas pelo mercado físico, que ainda mantém uma grande distância entre o valor do dia a dia e os contratos futuros”, comenta.
“Segundo relatos de um corretor paulista, foram dois dias de bons negócios, o que pode justificar os ajustes, mas o comprador sumiu nesta quinta-feira. A previsão dos próximos dias, com um maior acesso ao grão de verão, que supre parte dessa primeira demanda, os preços de físico e futuros devem se ajustar e reduzir a distância entre eles”, completa.
“O vencimento de maio/25 foi de R$ 77,47 apresentando alta de R$ 0,49 no dia, baixa de R$ -2,86 na semana; julho/25 fechou a R$ 72,34, alta de R$ 0,50 no dia, baixa de R$ -0,52 na semana; o vencimento setembro/25 fechou a R$ 71,66, alta de R$ 0,39 no dia e baixa de R$ -0,50 na semana”, indica.
Na Bolsa de Chicago, o milho fechou em leve baixa, apesar do volume de notícias negativas. “A cotação de maio, referência para a nossa safra de verão, fechou em baixa de -0,28 % ou $ -1,25 cents/bushel a $ 450,00. A cotação para maio, fechou em baixa de -0,22 % ou $ -1,00 cents/bushel a $ 458,00”, informa.
“Dado o conjunto de notícias negativas do dia, as cotações do cereal conseguiram um bom apoio e fecharam em leve queda. A demanda pelo grão americano pode ser comprometida em breve, com a imposição de tarifas sobre países parceiros e navios chineses, isso se refletiu em uma redução e 31% nas vendas de milho para exportação no comparativo semanal”, conclui.