Estimado usuário. Preencha o formulário abaixo para remeter a página.
A legislação brasileira deve definir de forma clara os conceitos de jornada exaustiva e condições degradantes de trabalho para acabar com a insegurança jurídica em relação à caracterização do trabalho escravo no meio rural. A manifestação é do coordenador da Comissão Nacional de Relações de Trabalho e Previdência Social da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Cristiano Barreto Zaranza, que participou, nesta terça-feira (15-5), de audiência pública na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público (CTASP), da Câmara dos Deputados, para discutir o tema “Trabalho escravo: vergonha nacional”. “Somos totalmente contra o trabalho escravo, mas há uma subjetividade na lei, o que dá margem para várias interpretações e isso acaba causando insegurança jurídica no campo”, afirmou o representante da CNA no debate.
Conteúdo exclusivo para Cadastrados
Se você tem cadastro no Agrolink, faça seu login ou faça cadastro no Agrolink de forma GRATUÍTA e tenha acesso aos conteúdos do site.
Faça o cadastro GRATUÍTO e tenha acesso a milhares de informações relevantes do Agronegócio, e entre na maior comunidade do Agropecuária do Brasil.
Selecione seus interesses
Usamos cookies para armazenar informações sobre como você usa o site para tornar sua experiência personalizada.
Leia os nossos Termos de Uso e
a Privacidade.