
Ex-aposentados (“baby boomers”) já são sucesso empresarial/operacional/motivador/treinador/fiscalizador em alguns países já em plenas substituições aos desmotivados/exigentes jovens das Gerações Z e Alpha, estes interessados apenas nos “home offices’ (já sob intensas reavaliações/reduções empresariais) com seus chefes-líderes motivadores/premiadores e não aceitando chefes impostos, mas cumpridores de metas.
- Resumo -
Este artigo, curto e fundamental, pretende demonstrar para as Empresas, Governos, Estatais etc. (que ainda pretendem continuar e competir, após as novas fases de Trump e de Ellon Musk-DOGE nos EUA e Mundo e que podem, ou não, darem certo, mas afetando muitos países e seus futuros) que elas terão que estudarem e diagnosticarem seus ambientes e tomarem decisões urgentes e adequadas para enfrentarem as crises de mão-de-obra e de menor/pouca eficácia empresarial e de fortes encarecimentos de custos/dificuldades de aquisições-abastecimentos – até então impensadas ou imprevisíveis ou invisíveis -, que já ampliaram silenciosamente e muito nos últimos 05 anos em quase todos os Países, já se tornando uma forte tendência e para todos.
Ninguém no Mundo sabe quanto e onde Trump e Musk querem chegar, nem mesmo os norte-americanos cuja maioria o escolheu para tanto. Não sou especialista no assunto, mas estudando bem a história econômica mundial, JÁ DA PARA NOTAR quase claramente, que Trump com tais ações e propagandas somente deixará os EUA muito assustados e, pior, tão isolados – comercial e politicamente - no comercio Mundial, como se criando uma NOVA CUBA ou NOVA COREIA DO NORTE ou NOVA VENEZUELA. Afinal, não foram exatamente os EUA que criaram e incentivarem desde seus inícios a maior parte do livre comercio mundial e da globalização comercial anteriormente no pós-guerra? Qual será a reação Mundial mais dos yankees ao notarem as faltas e os super encarecimentos dos seus alimentos, veículos, combustíveis e outro itens ? MAIS AS FORTES REDUÇÕES DE SUAS EXPORTAÇÕES E DE SEUS EMPREGOS E DE SEUS MODOS DE VIDA?? Qual o % da população que realmente, infelizmente, está disposta a aceitar por isto tudo e por quanto tempo?
Somente nesta semana já assisti, infelizmente, a 3 episódios que mostram que os yankees ainda estão totalmente perdidos e até surpresos com relação ao que já está ocorrendo por lá e apenas nos últimos 60 dias, a saber: 1) O grande ator “Richard Gere” disse em uma entrega de prêmios na Televisão que o País está sendo comandado por um “maluco” e “gangster” e que todos precisam reagir contra ele e imediatamente; 2) Um passageiro brasileiro filmou APENAS um grande avião (de diversos da mesma forma) voando de Guarulhos para Miami e com 90% das poltronas vazias e perguntou os porquês? 3) Uma brasileira casada com americano, que trabalhou também no Brasil, perguntou o que estava ocorrendo com os preços das mercadorias no País, em especial dos alimentos básicos e das frutas que em poucos dias já se elevaram em mais de 200% ? Segundo ela, eles – que moram num Estado de baixos custos – gastavam apenas Us $ 100 com as compras semanais de frutas mais de legumes (a maior parte vindas do Mexico e do Brasil), mas, em menos de 20 dias após, já passaram a gastar Us $ 300/semana com as mesmas compras. Ela ainda citou que todos os Consultores, mais os repórteres locais, estão apavorados tentando explicar algo e que a maioria acha que somente está começando e que será, infelizmente, um retorno aos tempos da antiga “Grande Depressão” que quase matou todo o país após 1929. Ela começou nos EUA, mas foi uma gravíssima crise econômica que atingiu quase todo o Mundo no final da década de 1920, sendo a maior e a mais longa recessão econômica do século XX (e que, seguramente, levou a Segunda grande Guerra Mundial a partir de 1939). Assim, somente espero que Trump, Musk e seus governantes saibam exata e realmente o que estão programando e já fazendo de bem para seu povo.
Certamente, no Mundo e nos próximos 180 dias, muitos esquecerão os EUA e se alinharão e somarão rápido com os BRICS inclusive países antiguíssimos parceiros totais somente dos EUA como Japão, Coreia do Sul, União Europeia, Canadá, México, Austrália. Neste perigoso jogo de pôquer de Trump mais seus yankees, o Mundo ficara muito e muito agitado nos próximos 180 dias para saber QUEM PAGARÁ PARA VER??
Assim, o Mundo atual já está muito confuso e com mudanças radicais após Trump e Elon Musk-DOGE nos EUA (sejam positivas ou negativas). Hoje, já temos - pelo menos - 05 novas realidades perigosas, somadas e em evoluções francas, silenciosas, pouco discutidas e pouco aceitáveis, pois mudam quase tudo nos Governos/Empresas e negócios já vencedores (inclusive ampliando as suas concorrências e/ou não cumprindo suas metas históricas ou progressivas e/ou reduzindo suas competividades e capacidades de autofinanciar e de contribuir fiscalmente), a saber:
1) Como lidar com o já alto crescimento nas vendas e entregas muito rápidas e muito mais baratas via Internet global (e-commerce e outras formas), que já estão matando algumas pequenas/médias empresas que fabricam alguns itens e, acima de tudo, atacadistas, varejistas e sistemas de transportes globais anteriores e muitos itens (e não pensem que os jovens da Geração Z abaixo estão participando ou estão mesmo preocupados com isso);
2) O número de idosos e semiidosos cresce muito mais como % da população em muitos países, do que o número de jovens capazes de trabalhar, de produzir e de contribuir para todos; e/ou estão genuinamente interessados ??em trabalhar para todos e mesmo que nos empregos muito oferecidos;
3) Esses idosos já consomem muito mais do que nos últimos 30 anos e precisam de alimentos, bebidas e serviços bem mais diferenciados e mais caros;
4) Há um crescimento vertiginoso do número de jovens da chamada “Geração Z” ou “Zoomers” ou “GenZ”, mais da “Geração Alpha” e que, como principais características de quase todos e de seus novos comportamentos comuns - segundo diversos diagnósticos comportamentais efetivados em algumas Empresas/Governos - são muito mais propensos a: a) Consumirem bem menos, ou seja, reduzindo compras/empregos/rendas familiares/contribuições; b) Exigirem muito mais de seus potenciais empregadores, agora chamados/exigidos de líderes-chefes; bonzinhos/incentivadores/participativos e muito operativos para todos (“exemplos de carregadores nas costas’) e não mais de chefes antigos cumpridores de metas/”vestidores de camisas” etc.. (Nota: já há até suspeitas/denúncias de que alguns dos tais novos líderes-chefes até podem se aliarem com seus liderados até para não cumprirem metas empresariais preciosas e até auxiliarem certos concorrentes expertos e/ou desonestos - SIC); c) Acessarem muito as redes sociais nos locais de trabalho e lazer/em casa, até já como vícios assumidos/ampliadores; d) Não aceitarem normas regimes e trabalhos impostos e/ou comuns a todos e/ou não serem flexíveis em seus horários de trabalho; e) Não aceitarem serem treinados e/ou monitorados/fiscalizados por chefes/proprietários ou até por agentes dos Governos; f) Terem muito mais probabilidades de deixarem rapidamente seus empregos, ainda desejados, mas a qualquer momento; g) Não desejarem trabalhar externamente nas sedes/filiais/lojas, mas somente, ou bem mais, se em “home office” e sequer querem trabalhos híbridos (situação já em reversão por muitas empresas já preocupadíssimas)?
5) Em alguns países para reduzir os problemas acima já funciona muito bem e está expandindo rápido as recontratações de aposentados, os chamados “baby boomers” e/ou “Geração X” (acima de 65 anos e alguns até 80 anos) alguns em regime de meio período e/ou período integral e por diversos motivos e formas, etc. Afirma-se até que a geração dos “baby boomers” desenvolveu habilidades difíceis de substituir, pois a maioria deles é mais responsável/motivadora/monitora/resiliente e feliz com a vida, etc..
Assim,em alguns países - mais evoluídos e mais operantes socioambientalmente - uma solução já encontrada para reduzir e/ou até zerar todas as questões acima e que já está dando muito certa e ampliando são as recontratações mais ainda pelas grandes Empresas e Governos, em tempo parcial ou total e por diversos motivos e formas etc. de aposentados, os chamados “baby boomers” e/ou “Geração X”. Os muitos dados que apresento mostram que esta pode ser uma das soluções (até mais baratas), embora ainda a ser muito mais debatida e adotada e aceita no Brasil, como sempre bem mais lento em tais conhecimentos/decisões, infelizmente. Empregadores e economistas mundiais de renome até já afirmam que a grande e altamente educada geração de “baby boomers” - desenvolveu habilidades que são difíceis de substituir”, pois a maioria deles são bem mais responsáveis/incentivadores/fiscalizadores/resilientes e de bem com a vida etc. Já no último trimestre de 2017, 32,0% dos norte-americanos entre 65 e 69 anos tinham um segundo ou terceiro emprego”. “Os americanos mais velhos estão trabalhando mais e quem tem menos de 65 anos está trabalhando menos, uma tendência que deve continuar e ampliar. Em 2024, 36,0% dos norte-americanas entre 65 e 69 anos seriam participantes ativos do mercado de trabalho, em comparação com apenas 22,0% em 1994”.
“Uma série de fatores mantêm os americanos mais velhos na força de trabalho: 1) Muitos são mais saudáveis e vivem mais tempo do que os das gerações anteriores; 2) Alguns decidem não se aposentar completamente, porque gostam de seus trabalhos ou simplesmente porque querem permanecer ativos; 3) Outros precisam de mais dinheiro, pois “querem aproveitar melhor a vida, ou seja, mais gastar e assim também mais contribuir e mais consumir”. “A vida mais longa e o aumento dos custos de assistência médica tornaram a aposentadoria mais cara, ao mesmo tempo em que a estagnação salarial e a diminuição da pensão tradicional tornaram mais difícil economizar o suficiente”.
2.) Alguns Conceitos Mundiais Modernos mais Resultados Operacionais Individuais e de Equipes das grandes e médias Empresas já atuantes nas Desaposentadorias como Mão-de-Obra Auxiliar e/ou Assessora/Motivadora/Fiscalizadora (contratações temporárias ou por metas, mais por meio-expediente, de ALGUNS ex-Aposentados para diversos fins e por diversos motivos e diversas formas)-
“A população do planeta em 01/01/1950, que era de 2,47 bilhões de habitantes já ampliara para 6,1 bilhões em 2000 e pode atingir o pico populacional de 10,3 bilhões de habitantes em 2084 e, somente então, diminuir ligeiramente para 10,2 bilhões de habitantes em 2100”.
“Por outro lado, a população com 0 a 14 anos de 858 milhões de pessoas em 1950 aumentou para 1,87 bilhão de habitantes em 2000 e pode atingir o pico de 2,0 bilhões de pessoas em 2021, somente então decrescendo para 1,68 bilhões de crianças e adolescentes em 2100, OU SEJA, PARA APENAS O DOBRO ANTE 1950. Já a população de 15 a 59 anos que era de 1,4 bilhão de pessoas em 1950 pode chegar a 3,7 bilhões em 2000, atingido o pico 5,8 bilhões de pessoas em 2067, e somente então começar a reduzir nas últimas 3 décadas do século, atingindo 5,6 bilhões de pessoas em 2100”, ENTÃO, MAIS QUE TRIPLICANDO ANTE 1950.
Assim, além de termos que alimentar, de cuidar e de termos que bancar muito mais idosos, a maioria aposentados, no final do século, o número de jovens contribuintes e trabalhadores, ao contrário, reduzirá sua participação na população mundial total, ou seja, numa possível situação até de escassez de certos alimentos (alimentações de idosos são bastante exigentes e complicadas de se produzir e de se obter, até gastando muito mais águas por hectare/ano) mais, idem, de reduções dos números de trabalhadores/contribuintes ativos e, sobretudo, de fortes ampliações das necessidades de muito mais recursos para bancar-se tanto consumo e, pior, numa situação de escassez dez mão-de-obra bem preparada mais de contribuintes ativos.
“Para os autores dos diagnósticos (vide link abaixo), o único grupo etário que vai crescer continuamente durante todo o século XXI será o de 60 anos e mais de idade, que tinha apenas 195 milhões de idosos em 1950; passou para 600 milhões de idosos no ano 2000; chegou a 1,0 bilhão de pessoas em 2018 e deve alcançar 2,0 bilhões de pessoas em 2048 e está projetado para chegar a 3,0 bilhões de idosos em 2100”, ISTO É, quase que QUINZEPLICANDO ante 1950.
Assim, no Mundo, a UNICA PARTE DA FUTURA POPULAÇÃO QUE JÁ amplia a uma taxa de cerca de 3,0% ao ano é a com mais de 60 anos OU MAIS. Melhor ainda é que a maioria já é aposentada no emprego inicial, mas é perfeitamente possível de ainda bem atuar e de produzir por uns 20 a 30 anos mais, até como força de trabalho operacional direta ou auxiliar e/ou consultiva e/ou fiscalizadora e/ou treinadora e ainda em aspectos motivacionais/incentivadores e até fiscalizadoras dos demais colegas e/ou ate de gestores mais jovens. Muitos deles ainda gozam de boa saúde, pois já se alimentando muito bem com sua aposentadora inicial e única.
Adicionalmente, também “pelas projeções da Divisão de População da ONU, a população total do mundo deve crescer 4,1 vezes entre 1950 e 2100, sendo que o grupo etário 0-14 anos deve crescer 2,0 vezes nos 150 anos em questão, mas a população de 15 a 59 anos deve crescer 3,9 vezes e a população de idosos de 60 anos e mais de idade deve crescer impressionantes 15,4 vezes no período. Isto quer dizer que a proporção de idosos na população total vai aumentar significativamente, caracterizando um profundo processo de envelhecimento populacional”.
“Ainda para a ONU, em termos proporcionais, o grupo etário de 0-14 anos representava 34,7% da população total em 1950, caiu para 30,6% no ano 2000 e deve ficar em somente 16,5% da população total em 2100. O grupo etário 15-59 anos representava 58% da população total em 1950, subiu para 60,3% no ano 2000, chegou ao pico de 62,5% em 2010 e deve diminuir para 55% em 2100. Já o grupo de idosos de 60 anos e mais de idade que representava 7,9% da população total em 1950, chegou a 9,8% no ano 2000, atingiu 14% em 2023 e deve alcançar 30% da população total em 2100”.
“O decrescimento demográfico e o envelhecimento populacional são tendências inexoráveis do século XXI, mas isto não implica necessariamente em retrocesso nos indicadores sociais. O Mundo será um lugar melhor para se habitar se o decrescimento populacional dos países for acompanhado do aumento da renda “per capita”, de uma maior equidade social e de uma significativa redução da pegada ecológica e do déficit ambiental. Um mundo com menor quantidade de pessoas, pode ser um mundo com maior bem-estar humano e ecológico”.
“Para os autores: Não existem países ricos com estrutura etária jovem. Enriquecer e envelhecer são fenômenos sincrônicos. O futuro pode ser promissor para qualquer país se a sociedade civil, a iniciativa privada e as políticas públicas atuarem em conjunto para garantir uma educação universal e de qualidade, garantir uma saúde integral, garantir o pleno emprego e o trabalho decente e combater o etarismo. O futuro de prosperidade depende de uma sinergia entre todos os grupos etários e da libertação do potencial produtivo e criativo da geração prateada que terá um peso cada vez maior na sociedade.”
Vide mais dados em https://portaldoenvelhecimento.com.br/os-novos-numeros-da-populacao-e-do-envelhecimento-mundial-e-brasileiro/ .
No Brasil, para excelente Consultoria brasileira “Shift” (vide mais dados e informes no link ao final no capítulo sobre o brasil), a população do Brasil (em 1º de janeiro) que era de 52,6 milhões de habitantes em 1950 passou para 172,9 milhões no ano 2000; chegou a 209,9 milhões em 2022 (cerca de 6 milhões a mais do que indicou o censo demográfico brasileiro de 2022); deve atingir o pico populacional em 2042 com 219,3 milhões de habitantes e deve decrescer para 164,0 milhões de habitantes em 2100. Na segunda metade do atual século, o Brasil deve perder cerca de 50 milhões de habitantes.”
“A população brasileira de 0 a 14 anos, que era de 22 milhões de pessoas em 1950 chegou ao pico de 53,3 milhões de crianças e adolescentes em 1993 e deve decrescer ao longo do atual século até atingir 26,4 milhões de pessoas em 2100. Já a população brasileira de 15 a 59 anos, que era de 28,4 milhões de pessoas em 1950, passou para 108,4 milhões no ano 2000; deve atingir o pico em 2031, com 138,7 milhões de pessoas e deve decrescer para 80,4 milhões de pessoas em 2100. Portanto, a população em idade ativa de 15-59 anos deve perder cerca de 58 milhões de pessoas entre 1931 e 2100”.
“Pelas projeções da Divisão de População da ONU, a população total do Brasil deve crescer 3,2 vezes entre 1950 e 2100, o grupo etário 0-14 anos deve diminuir em cerca de 10,0% nos 150 anos em questão, a população de 15 a 59 anos deve crescer 2,8 vezes e a população de idosos de 60 anos e mais de idade deve dar um salto significativo de 31,2 vezes no período. Isto quer dizer que a proporção de idosos na população total do Brasil vai aumentar exponencialmente, caracterizando um profundo e rápido processo de envelhecimento populacional”.
“Em termos proporcionais, o grupo etário de 0-14 anos representava 42,5% da população total do Brasil em 1950, caiu para 30,2% no ano 2000 e deve ficar em somente 12% da população total em 2100. O grupo etário 15-59 anos representava 53,9% da população total em 1950, subiu para 62,7% no ano 2000, já atingiu o pico em torno de 66% na segunda década do século XXI e deve diminuir para 49% em 2100. Já o grupo de idosos de 60 anos e mais idade que representava 4% da população total em 1950, chegou a 7,7% no ano 2000, atingiu 15,3% em 2023 e deve alcançar 39% da população total em 2100”.
“O decrescimento da população virá mais cedo no Brasil do que no mundo e, proporcionalmente, o Brasil terá um envelhecimento populacional muito mais rápido e profundo do que a média mundial. O número de idosos de 60 anos e mais de idade vai ultrapassar o número de crianças e adolescentes de 0 a 14 anos no ano de 2030 no Brasil e no ano de 2084 no mundo. Haverá uma inversão da pirâmide populacional”.
“Em termos proporcionais, o grupo etário de 0-14 anos representava 42,5% da população total do Brasil em 1950, caiu para 30,2% no ano 2000 e deve ficar em somente 12% da população total em 2100. O grupo etário 15-59 anos representava 53,9% da população total em 1950, subiu para 62,7% no ano 2000, já atingiu o pico em torno de 66% na segunda década do século XXI e deve diminuir para 49% em 2100. Já o grupo de idosos de 60 anos e mais idade que representava 4% da população total em 1950, chegou a 7,7% no ano 2000, atingiu 15,3% em 2023 e deve alcançar 39% da população total em 2100”.
Analisemos agora sobre como se encontra no Mundo atual, o fundamental retorno de alguns aposentados ao mercado de trabalho (situações também chamadas de desaposentadorias temporais totais ou parciais dos chamados “babies boomers”) para atuar intensivamente como e onde nas funções acima já elencadas.
Certamente, isto também já ocorre na maioria dos países mais desenvolvidos do Mundo, inclusive no Brasil, até como tendencia, embora, por aqui, as Universidades, Empresas e Consultorias não estejam bem preparadas para aceitar ou sequer para bem diagnosticarem tais fatos e grandes necessidades/demandas empresariais (sobretudo utilizando os mais idosos para operarem mais, fiscalizarem e até reduzirem perdas e até certos furtos funcionais ou de clientes (nada de consultas funcionais a “facebook”, “watts-app”, “tik tok”, “reels” etc. durante o expediente).
Para a ótima consultoria brasileira Shift (vide mais no final no capítulo sobre o Brasil): “Nunca tantos profissionais com 55 anos ou mais estiveram ativos ao mesmo tempo no mercado de trabalho (mundial). Essa tendência, um reflexo do envelhecimento da população, faz parte de um cenário de grandes mudanças no mundo do trabalho, com a adoção da IA Generativa e uma alta valorização e demanda por soft skills”.
“Entre os países mais ricos, que formam o G7, a expectativa era que trabalhadores 55+ anos ultrapassem 25,0% da força de trabalho até 2031 – um aumento de 10,0% em relação aos níveis de 2011. O Japão deverá registrar uma mudança mais acentuada, com quase 40,0% de sua força de trabalho com 55 anos ou mais. Até mesmo a China vai sentir os efeitos: a população com 65+ anos deve dobrar até 2050”.
Também, já aqui no Brasil algumas empresas mais competitivas já atuam (como nos EUA e na Europa - vide abaixo) principalmente para tais idosos bem treinarem e/ou bem motivarem os seus colegas funcionários e até seus gestores mais jovens, tudo de forma talvez muito mais barata, do que os nossos possíveis e já fracos ensinos/pós-graduações EAD etc. (à distância e via internet ou semipresencial com fracos, repetitivos e cansativos “power point” em que recente até um Ministro brasileiro muito criticou algumas consultorias de renome quando estas tentarem lhe vender os falsos projetos das tais ferrovias de papel). Também, leias acima que, recente, a administração de Donald Trump, por meio do Departamento de Government Efficiency (DOGE), comandado por Elon Musk, está decidida a cortar contratos considerados “inúteis” por Consultorias gigantes e contumazes (das 04 as 08 maiores das tidas como melhores do Mundo empresarial, público estatal), sendo que, muitas vezes, elas corram muitíssimo caro e se limitam a entregar relatórios superficiais, como apresentações de PowerPoint que não acrescentam valor real aos projetos
Nestes casos - claramente quase que sem resultados empresariais futuros - algumas empresas brasileiras privadas ou públicas ou estatais poderosas, talvez até iludidas/forçadas, até exigem e/ou até premiam e/ou até publicam nos seus balanços corporativos - e para atração de investidores - mais em seus sites sobre tais esforços de treinamentos/formações e tudo, mesmo já sabendo, antes, que talvez sejam para que algumas escolas/consultores até fingirem que treinam seus funcionários (talvez tais empresas estão mesmo é de olho muito mais nos bons incentivos governamentais para tanto, inclusive reduzindo impostos, mesmo com ciências coletivas dos pouquíssimos ou quase nada de resultados reais/concorrenciais para todos) e em que talvez muitos fingem que aprendem e que usam na empresa (já há pesquisas de campo que demonstram que os participantes sequer conseguem lembrar das principais matérias após 01 ano do estudo e, até bem pior, dos nomes dos professores que as ministraram)”.
Nos EUA, já ocorre um fenômeno em que de que depois dos 70: americanos já não conseguem se aposentar em definitivo. Na geração dos “babies boomers” (ou seja, dos nascidos na explosão demográfica após a Segunda Guerra Mundial), cada vez mais pessoas continuam trabalhando após a idade tradicional de aposentadoria, de 65 anos. No último trimestre de 2017, 32,0% dos americanos entre 65 e 69 anos tinham um segundo ou terceiro emprego”. Desde 2017 (2º semestre) quase 19,0% das pessoas com 65 anos ou mais estavam trabalhando por, pelo menos, meio período de acordo com o relatório sobre empregos dos EUA”.
“Os americanos mais velhos estão trabalhando mais e quem tem menos de 65 anos está trabalhando menos, uma tendência que deve continuar, segundo projeções do Escritório de Estatísticas de Trabalho dos EUA (BLS, na sigla em inglês). Em 2024, 36,0% das pessoas entre 65 e 69 anos seriam participantes ativos do mercado de trabalho, afirma o BLS, em comparação com apenas 22,0% em 1994”.
“Uma série de fatores mantém os americanos mais velhos na força de trabalho: 1) Muitos são mais saudáveis e vivem mais tempo do que os das gerações anteriores; 2) Alguns decidem não se aposentar completamente, porque gostam de seus trabalhos ou simplesmente porque querem permanecer ativos; 3) Outros precisam de mais dinheiro, pois “querem aproveitar melhor a vida, ou seja, mais gastar e assim também mais contribuir e consumir”.
“Também, quanto mais tempo se trabalha, mais fácil é pagar uma aposentadoria confortável. A vida mais longa e o aumento dos custos de assistência médica tornaram a aposentadoria mais cara, ao mesmo tempo em que a estagnação salarial e a diminuição da pensão tradicional tornaram mais difícil economizar o suficiente”
“Ainda segundo a pesquisa recente da Robert Half Consultoria, mais da metade dos gerentes dos Estados Unidos afirmaram ter contratado um funcionário que se aposentou e decidiu voltar ao trabalho nos últimos anos. Esse dado revela uma tendência em ascensão e uma demanda crescente por profissionais experientes e maduros no mercado de trabalho atual. “Remuneração atrativa”. “Também, cerca de um quinto dos profissionais aposentados entrevistados em uma pesquisa da Robert Half Consultoria nos EUA afirmaram que estão recebendo uma remuneração maior agora do que antes, devido à maior demanda por suas habilidades. A experiência e habilidades adquiridas ao longo dos anos são altamente valorizadas e recompensadas no mercado de trabalho atual”.
Vide mais dados em: https://economia.uol.com.br/noticias/bloomberg/2017/07/10/trabalho-depois-dos-70-americanos-nao-conseguem-se-aposentar.htm?cmpid=copiaecola
Ainda para a ótima consultoria brasileira “Shift” (vide mais no final no capítulo sobre o Brasil), nos Estados Unidos, aproximadamente 11,0 milhões de pessoas com 65 anos ou mais estavam empregadas no final de 2024, o que representava 19,0% da força de trabalho nessa faixa etária. Uma pesquisa da Gallup revelou que 41,0% dos trabalhadores norte-americanos esperavam trabalhar além dos 65 anos, um aumento considerável em comparação com apenas 12,0% há três décadas. A projeção era que os adultos com 65 anos ou mais já representarão 8,6% da força de trabalho em 2032, em comparação com 6,6% em 2022. Espera-se que esse grupo demográfico seja responsável por 57,0% do crescimento da força de trabalho durante esse período, indicando um aumento robusto na participação de trabalhadores mais velhos no mercado de trabalho.
Na Europa, já em 2019, também a recontratação de empregados mais velhos já dava nova vida ao mercado de trabalho. “Numa Europa que envelhece rapidamente, os empregadores estavam encontrando maneiras de ter funcionários mais velhos trabalhando: mantendo-os por mais tempo ou mesmo como novas contratações. Os trabalhadores entre os 55 e os 74 anos apresentaram crescimento de 85,0% no emprego na zona do euro entre 2012 e 2018, segundo a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). A tendência supera o que é considerado o comum nos mercados de trabalho, quando os trabalhadores jovens – mais baratos e mais flexíveis – são os mais cobiçados (mas idem com muito menos conhecimentos, experiências e paciências/resiliências). Empregadores e economistas, no entanto, afirmam que – a grande e altamente educada geração de “baby boomers” - desenvolveu habilidades que são difíceis de substituir” (como descrito).
“Cientes do rápido envelhecimento da força de trabalho, os executivos da montadora alemã BMW AG iniciaram uma experiência numa fábrica na Baviera há alguns anos. Eles colocaram numa linha de montagem exclusivamente trabalhadores mais velhos, com uma idade média de 50 ano. Com pequenos ajustes e um desembolso total de cerca de € 40.000 (Us $ 45.000) – em cadeiras ergonômicas, pisos de madeira menos rígidos, lentes para ampliar peças menores – a linha tornou-se uma das mais eficientes da BMW”. “Descobrimos que os trabalhadores mais velhos tinham a mesma produtividade que os mais jovens e, em termos de qualidade, eram ainda melhores”, disse o porta-voz de recursos humanos da BMW em Munique. O design da linha já foi replicado nas fábricas da BMW na Alemanha e em outros países.”
Enquanto isso, segundo dados da OCDE, cerca de ¾ dos alemães com idades entre 55 e 64 anos estavam trabalhando. Na Itália e na França, a taxa de emprego – na mesma faixa etária – subira para 55,0%. A mesma taxa para os americanos mantinha-se estável em torno de 65,0%.”
“Até 2018, os economistas presumiam que a produtividade dos trabalhadores atingia o pico entre 30 e 45 anos, antes de cair rapidamente depois de 60. Mas algumas pesquisas contrariaram esta suposição: examinando grandes conjuntos de dados, economistas da “Munich Technical University” descobriram que a produtividade não muda muito com trabalhadores com a idade de 65 anos.
Acerca, vide bem mais dados em: https://www.maturi.com.br/blog/mercado-de-trabalho-maturi-europa
No Brasil, no final de 2024, a excelente Consultoria genuinamente brasileira de gestão empresarial e treinamentos “The Shift” publicou o seguinte diagnostico: “Futuro do Trabalho: A ascensão dos profissionais acima de 55 anos”. “A The Shift é uma plataforma de conteúdo que traduz o contexto da transformação digital e da inovação disruptiva para profissionais e empresas da nova geração (concorrencial moderna)”. “Ela identifica, apresenta, traduz e contextualiza a ruptura em cenários que façam sentido para indivíduos e corporações de todas as atividades e segmentos econômicos”. Também, oferece conteúdos exclusivos e abrangentes que ajudam pessoas e empresas a identificar hoje as oportunidades para inovar, prosperar e transformar os negócios e a sociedade”.” Acesse seu site ao final por completo e recebas muitas analises externas e internas especializadas em português, obviamente.”
“Para eles, em 2030, 150,0 milhões de empregos no Mundo serão exercidos por trabalhadores quase que idosos e idosos, acima de 55 anos, sendo 109,0 milhões nos países de media renda “per capita”, em especial de toda a Asia mais países árabes; América Latina inclusive México e parte rica da África (vide gráfico no link abaixo). Já 20,0 milhões de empregados idosos com elevada renda “per capita” mediana trabalharão nos países mais ricos (EUA, Canadá, Europa, Australia e alguns árabes). Concluindo, 17,0 milhões com baixa renda “per capita” trabalharão nos países mais pobres do Mundo, sobretudo na África e alguns árabes.
“Ao mesmo tempo, prevê-se que a escassez global de talentos levará a mais de 85,0 milhões de empregos não preenchidos até 2030, resultando em perdas anuais mundiais de receita de aproximadamente Us $ 8,5 trilhões. Do ponto de vista das empresas, o não preenchimento de novos cargos pode provocar um impacto tremendo no crescimento das organizações. Mesmo com mais tecnologia integrada, a falta de mão de trabalhadores capacitados pode “segurar” o avanço”.
“Por essas e outras razões, as empresas deveriam olhar agora para maneiras de desenvolver sua força de trabalho multigeracional, que acolha não apenas os jovens da Geração “Z” e Geração “Alpha”, mas também profissionais “Baby Boomers” e da Geração “X” para promoverem dentro da organização a verdadeira troca de experiências e de vivências”.
Há um crescimento vertiginoso do número de jovens da chamadas “Geração Z” ou “Zoomers” ou “GenZ“ mais da Geração Alpha e que, como características principais de quase todos e de novos comportamentos comuns são bem mais propensos a consumirem bem menos; muito mais exigirem de seus possíveis empregadores; de até se negarem a terem chefes cumpridores de metas, mas, sim, lideres-chefes (motivadores/reconhecedores e amigos, mas que também podem se aliarem por não cumprirem tais metas e/ou se voltarem contra suas próprias empresas) e de muito mais acessarem as redes sociais nos locais de trabalho e de lazer/em casa etc.., até já por já serem seus vícios, e/ou de em nada aceitarem ou flexibilizarem seus horários e/ou em serem bem mais propensos até a largarem rápidos seus poucos desejados empregos e/ou a sequer quererem empregos ou trabalhar mesmo que em casa).
Como se trata de assunto moderníssimo, desafiador, mas ainda em início de debates e análises sobre seus reais efeitos nas empresas modernas que empregariam tais “Zoomers” acima – sob pressão de oferta, mas pouco ou nada presencial e bem mais à distância - vejamos um estudo sobre as “Diferença entre Líder (modernos e exigidos pelos Zoomers) e Chefe (tradicionais e aceitos pelos Boomers), veja as principais características e diferenças entre os dois cargos” em: https://www.pontotel.com.br’/diferenca-entre-lider-e-chefe/ e ainda “Líder ou Chefe? Entenda o papel fundamental assumido pelas lideranças” em https://www.busup.com/pt-br/blog/lider-chefe .
Outro fato conhecido e notório a melhor debater é que a tal Geração Z somente se submeteria a trabalhar se for à distância e não aceitam nem os trabalhos híbridos e muito menos os presenciais. Os trabalhos a distância ampliaram muito após a pandemia mundial de COVID 19, mas, agora, diversas empresas já estão voltando atrás em suas decisões e estratégicas de trabalhos e de remunerações (sem entrar nos méritos), talvez porque viram sua produtividade e/ou assertividade reduzirem muito. A continuarem tais mudanças, Analistas comportamentais e de relações de trabalho entendem que os trabalhos a distância (sem entrar no mérito) podem perder suas relevâncias e se tornarem apenas prestações de serviços de 2ª a 3 categoria de importância empresarial/governamental (todas por custos bem menores, mas idem de eficácias e de qualidades, assim do tipo: “Eu finjo que trabalho e você finge que me paga e danem-se teus sistemas e teus clientes finais”), e apenas para se cumprirem números e/ou exigências de de marqueteiros e/ou de acionistas e/ou dos Governos.
No Mundo, várias empresas estão acabando com o “home office” “e/ou reduzindo drasticamente o número de dias de trabalho remoto, com os motivos de fortalecer a cultura da empresa; melhorar a interação entre as equipes; potencializar a produtividade; reter talentos etc.” Como exemplos recentes, e somente nos EUA, já temos: 1) A Amazon, 2) A Dell, 3) A PwC; 4) O maior banco dos EUA, “todos já obrigaram os funcionários a voltarem ao escritório cinco dias por semana”; 5) A Starbucks obrigou os funcionários, que moram a uma distância de deslocamento, a voltarem ao escritório pelo menos três dias por semana; 6) A Disney reduziu a jornada híbrida de trabalho, exigindo a presença nos escritórios para quatro dias da semana.
Nos EUA, como tendências (totalmente contra as gerações Z e Alfa e a favor dos babies boomers), temos: 1) O número de vagas presenciais ofertadas passou de 55,4 mil em abril de 2023, a 87,1 mil no mesmo mês de 2024; 2) A taxa de vacância de imóveis comerciais disponíveis para locação vem diminuindo gradativamente em 2024; 3) A oferta de vagas presenciais ou híbridas está em ascensão.
No Mundo e no Brasil (totalmente contra os possíveis trabalhos pelas gerações Z e Alfa, acima), vide o bom diagnostico de fevereiro/2025 “Home office vai acabar? Por que cada vez mais empresas estão voltando ao trabalho presencial” em: https://g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2025/02/26/home-office-vai-acabar-por-que-cada-vez-mais-empresas-estao-voltando-ao-trabalho-presencial.ghtml
Assim, com tais tendencias acima - especificas e muito ruins - para os poucos trabalhos e os desinteresses pelas Gerações “Z” e “Alfa” acima, como os Governos e Empresas lidarão com bem menos mãos-de-obra bem preparadas, pouco disponíveis e nada animadas e, pior, com claras reduções dos futuros contribuintes totais?
Acerca, vide bem mais dados e um diagnostico excelente em https://theshift.info/hot/futuro-do-trabalho-a-ascensao-dos-profissionais-acima-de-55-anos/ -
Em julho/2024, o Brasil já tinha 23,0 milhões de aposentados, cerca de 11% da população total de 212,6 milhões de pessoas segundo o último Censo. Até 2025, o Brasil deverá ter 31,8 milhões de pessoas com mais de 60 anos. O IBGE estima que em 2070 a percentagem da população idosa será maior do que o dobro da atual, chegando a 37,8%.
Como resultado, no segundo trimestre de 2024, já cerca de 8,042 milhões de brasileiros com 60 anos ou mais estavam ocupados, segundo dados do IBGE.
Vide mais dados em: https://g1.globo.com/economia/noticia/2018/12/11/21-dos-idosos-que-se-aposentaram-continuam-trabalhando-mostra-pesquisa.ghtml
No Brasil, 47,0% dos aposentados que trabalham precisam aumentar a renda, diz pesquisa.
Em um mercado em que todos acreditavam que seria unicamente dominado pelos jovens, uma nova realidade começa a se desenhar. Aumenta o número de pessoas com mais de 60 anos que decide retornar ao trabalho e encontra espaço para isso. Qualidades como maior inteligência emocional e “jogo de cintura” estão entre as vantagens do idoso. Acerca, vide o Filme “o senhor estagiário” de 2015 com Robert de Niro
“Nos últimos anos, a aposentadoria deixou de significar o fim da vida profissional para muitos trabalhadores. Esse fenômeno pode ser explicado de diversas formas, desde questões relacionadas às transformações da sociedade até preferências pessoais”.
Por que os aposentados estão voltando para o mercado de trabalho? E quais foram as principais vantagens e benefícios das empresas ao contratarem aposentados em 2023?
1) “O valor da experiência: Se no passado a aposentadoria significava um fim definitivo da vida profissional, hoje estamos presenciando uma mudança de paradigma. Afinal, cada vez mais empresas estão optando por contratar aposentados para as suas equipes”;
2) Necessidades financeiras: O aumento do custo de vida é um dos principais motivadores para muitos aposentados decidirem retornar ao mercado de trabalho. Condições econômicas, como alta inflação e volatilidade dos mercados, levam muitos profissionais aposentados a retomarem suas carreiras para aumentar suas economias de aposentadoria;”
3) “Remuneração atrativa: Cerca de um quinto dos profissionais aposentados entrevistados em uma pesquisa da Robert Half Consultoria nos EUA afirmaram que estão recebendo uma remuneração maior agora do que antes, devido à maior demanda por suas habilidades. A experiência e habilidades adquiridas ao longo dos anos são altamente valorizadas e recompensadas no mercado de trabalho atual”;
4) “Desejo de se manter em atividade: Alguns profissionais aposentados percebem que não estão prontos para se afastar completamente do mundo dos negócios. O tédio e a busca por desafios podem ser motivadores para retornar ao mercado de trabalho. Além disso, a flexibilidade no trabalho também pode ser um fator importante para aqueles que desejam equilibrar a vida profissional e pessoal”;
5) “Compartilhamento de experiência: Profissionais aposentados possuem uma riqueza de conhecimentos e experiências acumuladas ao longo de décadas em suas áreas de atuação. Muitos desejam transmitir esse conhecimento e mentorar profissionais mais jovens, contribuindo para o crescimento e desenvolvimento das empresas”;
6) “Quais são os benefícios de contratar um profissional aposentado? Contratar profissionais aposentados traz diversos benefícios significativos para as empresas. Ao reconhecer o valor da experiência e conhecimento acumulados ao longo dos anos de trabalho, as organizações podem aproveitar as habilidades únicas desses profissionais e impulsionar o sucesso do negócio”;
7) “Melhoria da cultura organizacional: Profissionais aposentados geralmente têm uma perspectiva mais equilibrada em relação ao trabalho. Sua estabilidade emocional e resiliência são atributos valiosos em um ambiente corporativo. Além disso, a mistura de diferentes gerações no local de trabalho também pode gerar uma troca de conhecimentos e experiências entre os colaboradores, resultando em um ambiente de trabalho mais enriquecedor para todos’;
8) “Transmissão de conhecimento: Profissionais aposentados trazem consigo um conjunto valioso de conhecimentos e práticas empresariais que são difíceis de encontrar em livros ou cursos de formação. Afinal, eles possuem experiência real de mercado, sabem como lidar com desafios específicos e desenvolveram métodos eficientes ao longo de suas carreiras”. Então, ao contratar esses profissionais, as empresas têm a oportunidade de aproveitar esse conhecimento valioso e impulsionar a inovação, melhorar os processos internos e aprimorar a qualidade dos produtos ou serviços oferecidos;
9) “Redução de custos em treinamentos: Ao contratar profissionais aposentados, as empresas se beneficiam da expertise já adquirida por esses profissionais ao longo de suas carreiras. Isso pode resultar em uma redução significativa nos custos de treinamento e desenvolvimento de pessoal. Afinal, esses profissionais já possuem habilidades consolidadas e não exigem a mesma quantidade de investimento em capacitação que profissionais menos experientes. Além disso, sua capacidade de mentoria e orientação pode acelerar o desenvolvimento de talentos mais jovens na organização;
10) “Aumento da diversidade e inclusão: A diversidade no local de trabalho é essencial para a criação de uma equipe verdadeiramente inclusiva e representativa. A contratação de profissionais aposentados contribui para isso, trazendo diferentes perspectivas, experiências e formas de pensar para a organização”;
11) Desafios de estereótipos: Além disso, a inclusão de profissionais mais velhos também desafia os estereótipos relacionados à idade e promove uma cultura de respeito e valorização da sabedoria adquirida ao longo dos anos.”
Como contratar profissionais aposentados?
“A decisão das empresas de contratar aposentados representa uma tendência promissora e benéfica para todos os envolvidos. Diante desse cenário, investir na reintegração de profissionais aposentados é uma estratégia inteligente para as empresas, já que contribuirá para impulsionar seu crescimento e desenvolvimento. Então, considere essa nova possibilidade para o seu planejamento”.
“Tendo em vista os benefícios de contratar profissionais aposentados, resta entender quais são os melhores caminhos para fazer isso em sua empresa. Felizmente, existem diferentes alternativas disponíveis, então é importante considerar as necessidades e recursos da empresa”.
“Abaixo, veja algumas formas comuns de contratar profissionais aposentados e aproveitar a experiência deles:”
1) “Contratos de trabalho flexíveis, como consultoria ou “freelancing”: Oferece aos aposentados a oportunidade de trabalhar em projetos específicos ou prestar serviços especializados de forma independente”;
2) “Programas de recontratação em tempo parcial ou por projetos: Permite que os profissionais aposentados contribuam em uma capacidade flexível, trabalhando em tempo parcial ou em projetos específicos”;
3) “Parcerias com instituições de apoio à reintegração de profissionais aposentados: Estabelece colaborações com organizações que auxiliam aposentados na transição para o mercado de trabalho, facilitando a identificação de talentos e a conexão com empresas interessadas em contratá-los”;
4) “Recontratação de ex-colaboradores aposentados: Possibilita a reintegração de profissionais aposentados que tenham deixado a empresa em boas condições, aproveitando seu conhecimento da cultura organizacional e dos processos internos”;
5) “Programas de mentoria e orientação: Oferece a oportunidade para profissionais aposentados atuarem como mentores, compartilhando sua vasta experiência e conhecimento com os funcionários mais jovens, contribuindo para o desenvolvimento e crescimento da equipe”.
Vide mais dados em: https://www.contabeis.com.br/noticias/62342/por-que-trabalhadores-aposentados-sao-otimas-contratacoes/ MAIS em https://www.linkedin.com/pulse/5-erros-mais-comuns-que-empresas-cometem-durante-um-de-prado-chaves/
Idem em meu artigo anterior: “Setor de inteligência competitiva pode salvar as empresas” – Vide em: https://www.agrolink.com.br/colunistas/coluna/-setor-de-inteligencia-competitiva-pode-salvar-as-empresas-_386551.html
FIM
Brasília (DF) e Porto Seguro (BA) em 02 de abril de 2025
Grato pelas Leituras, Analises e Compartilhamentos.
“The VIVAMELHOR AMBIENTAL A BRAZIL THINK TANK” (one modern and faster socioambientalist/green & susteinable Energies Brazilian “think tank).
Para outros detalhes, contates-me apenas pelo e-mail [email protected]