
Brasil-Futuros das Consultorias, Mentorias e ex-Aposentados?
- Resumo -
Neste diagnostico longo (12 páginas), pretendo comparar de que forma e como os Países, Órgãos de Governos e Empresas mais precisam para se manterem ou evoluírem socioambientalmente corretos/adequados neste momento estratégico Mundial, decorrente das posses de Trump e até de Ellon Musk/Projeto DOGE no EUA e que já se posicionaram bastantes contrários aos elevados custos mais contra as certas não efetividades, segundo eles, das grandes contratações e operações das Consultorias Mundiais (“Big Four ou “Big Eight” ou “Todas”) e - ainda segundo eles e outros governos no Mundo - contra as muitas possíveis pressões delas nos Órgãos dos Governos mais nas Empresas de diversos Países e até, talvez, nas Bolsas do Mundo, em especial na China, Índia e muito mais nos EUA e na União Europeia (e ainda muito pouco no Brasil, onde seguem tranquilas e ainda de vento-em-popa). Por outro lado, é bom sempre lembrar que, do lado bom, foram elas as grandes responsáveis pela agigantação do capitalismo mundial mais das facilidades das conexões múltiplas mais do multinacionalíssimo/globalização empresarial/governamental mais da completa integração empresarial, bursátil, logística e até governamental Mundial (“iniciando por quase que forçarem as implementações da “Glasnot/Perestroika” soviéticas na década de 80 mais a queda do “Muro de Berlim” e outros eventos unificadores ou para aberturas comerciais sequentes”). Afinal, hoje, é possível em menos de 48 horas - se tiveres dinheiro e pressa - você e/ou tua empresa e/ou teu Governo podem receber quaisquer mercadorias, alimentos, medicamentos/vacinas e inúmeros combustíveis e até energias etc. por preços até justos ou correntes (a maioria cotados em grandes Bolsas, até de fretes) em qualquer lugar do Mundo, o que era quase que impossível antes da 2ª Guerra e das atuações da “Big Eight” mundiais. Atualmente - em complemento e também sem entrar no mérito - muitas autoridades, órgãos e empresas daqueles países acima já são abertamente contra tais contratações/recontratações/prestações de serviços por tais grandes Consultorias Mundiais (no Brasil, as formas de suas atuações, alcances e os números totais delas, infelizmente, são pouco criveis por diversos motivos – vide diagnostico. Consta, sem deméritos que simples escritórios de contabilidade mais contadores mais pequenos escritórios de advocacia mínimos etc. talvez também já são considerados e até cobram como Consultorias ativas e que, na prática negocial/comercial etc.., talvez, até precisem mesmo é de alguns tipos de Consultores). Assim, tais países acima já apresentam muitos dados contras elas e argumentos contundentes para tanto. Afinal, também tais grandes Consultorias são muito concentradas e algumas talvez até taxadas como certas e impunes espiãs dos Governos/Órgãos/Empresas estratégicas ou comuns mais como construtoras e usuárias de dados estratégicos até públicos e/ou por elas geridas e/ou criadas até estrategicamente (“insider informations”), inclusive para seus usos em operações próprias e/ou talvez até bem acobertadas. Não me posiciono - nem posso - ser contra ou a favor dos trabalhos de tais Consultorias e/ou das tais Mentorias, mas, sou muito claramente favorável as recontratações urgentes de ex-aposentados pelas Empresas de quaisquer tipos e portes mais pelos Governos e Órgãos, tudo por diversas razões que enumero e que bem analiso e incentivo no diagnóstico. Ao final, concluindo, procuro responder se o que as os Países, Empresas diversas e Estatais etc. mais que precisam para seus futuros são das atuações de tais “Consultorias” ou de simples “Mentorias” ou, bem melhor, seria se dos ex-aposentados. Assim, num futuro – ou já no presente - em que todos Países, Governos e todas as Empresas queiram, realmente, se manter e/ou competir seria fundamental que todos recontratassem, incentivassem e bem usassem seus milhões de aposentados nas formas de suas “desaposentadorias” incentivadas em tempo parcial e/ou total e sobre e por diversas formas. Penso e esclareço que, agora e depois de Trump, talvez o Mundo fique bem mais fechado/isolado e mais auto protetor, como outrora, o que leva a futuros totais cada vez mais complexos, duvidosos e até letais para algumas economias. Os muitos dados que apresento mostram que as desaposentadorias se tratam de uma boa tendência e crescente, mas já bem mais nos Países mais responsáveis socioambientalmente, estes com populações totais cada vez com mais velhos desaposentados (a maioria de “babies boomers”, ou seja, bem mais responsáveis/incentivadores/fiscalizadores/de bem com a vida) e com menos jovens (boa parte das “gerações “Z”, “Zoomers” ou GenZ“, isto é, bem mais propensos a exigir ou a flexibilizar ou a largar ou a sequer querer empregos) e, assim, com bem menos mãos-de-obra bem preparadas, disponíveis e animadas e, pior, com claras reduções dos futuros contribuintes totais.
2) Introdução, Conceitos, Objetivos, Acertos, Erros, Perseguições e Tendências para as Três Categorias/Atividades EM TITULO no Mundo e no Brasil –
Neste momento (desde a posse recente de Trump), há verdadeiros incêndios/desesperos consultivos nos EUA, em que as principais empresas de Consultorias - outrora muito tranquilas e bastante operantes/muito lucrando quase que sozinhas nos principais países – são agora muito criticadas pelo chamado Departamento de Eficiência Governamental (DOGE) dirigido por Ellon de Musk, sem deméritos, alegando eles, por seus caríssimos e pouco eficientes serviços prestados aos Governos e Empresas nos EUA, segundo eles (Trump). Assim, também faz-se também necessário – ao meu humilde ver - um bom levantamento das atuações e dos resultados empresariais/governamentais obtidos /auxiliados mediante atuações delas também no Brasil MAIS de análises comparativas delas e entre elas com outras formas disponíveis de assessoramentos MAIS de prospecções MAIS de atuações/interferências/suportes nas muitas fusões/aquisições empresariais em cursos ou iniciantes MAIS de seus auxílios nas efetivações de negócios MAIS de diagnósticos/acompanhamentos de outras fundamentalidades e de demandas por elas e para elas MAIS sobre os níveis de acertos de suas previsões e de proteções empresariais por elas, todas em médio e longo prazos, e no Brasil.
- 1.) Conceitos Mundiais e Resultados Operacionais das Três Categorias –
Vejamos, inicialmente, uma pequena definição delas (exceto das atuações dos grandes Bancos também como consultores, pois não é seu principal negócio nem seu foco principal e podem até serem usados - errônea e suspeitamente – para outros fins internos no futuro):
- “Para superar obstáculos, negócios podem precisar de apoio. A mentoria e a consultoria podem ajudar neste momento. Conheça as diferenças e saiba escolher o melhor para o seu negócio.
- “Não importa o tamanho da sua empresa, se você está enfrentando dificuldades, pode contar com a mentoria e a consultoria como aliadas para superar obstáculos. Mas atenção: as duas tem propósitos distintos e ajudam em momentos diferentes do negócio.”
- “A escolha entre consultoria e mentoria depende das necessidades e objetivos específicos de cada momento. Em alguns casos, pode ser benéfico trabalhar com ambos”.
- “Enquanto a Consultoria busca mapear a situação atual em busca de pontos de melhoria, a Mentoria propõe acompanhar o negócio para oferecer caminhos a seguir”.
Assim, a Consultoria é mais focada na resolução de problemas, enquanto a Mentoria é mais focada no desenvolvimento de habilidades.
Quase sempre a prestação de Consultoria é: “1) Uma orientação estratégica e tática empresarial ou governamental e para outros fins e outros clientes; 2) Busca encontrar problemas ou desafios e oferecer soluções específicas; 3) Traz expertise externa para resolver problemas específicos; 4) É mais adequada para projetos específicos e desafios organizacionais”.
“Na consultoria são levantadas as necessidades do cliente por meio de diagnósticos e processos, em busca de identificar soluções e recomendar ações de melhoria para a empresa, órgãos, governos e países. Elas podem ser classificadas em dois tipos: 1) Externa: feita por um profissional de fora da empresa; 2) Interna: feita por um profissional que já atua na empresa”.
Já a Mentoria trata-se mais de: “1) Uma orientação profissional que ajuda indivíduos e empresas a alcançar seus objetivos; 2) Ser bem mais voltada para o desenvolvimento profissional individual e o crescimento pessoal; 3) Orientar e acompanhar o desenvolvimento pessoal dos colaboradores; 4) Acompanhar o profissional por um período”.
“Um bom mentor deve ter experiência prática, ser paciente, encorajador e ter habilidades de escuta ativa.”
Assim, “Mentores são como guias profissionais que ajudam empreendedores e pessoas interessadas a aprender coisas novas, seja para realizar transição de carreira, melhorar habilidades e/ou apenas adquirir novos conhecimentos, já que podem atuar nas mais diferentes áreas.
As mentorias podem ser: 1) Formal ou natural; 2) Estruturada ou livre; 3) Individual ou em grupo; 4) “Career mentoring” = monitoramentos de carreiras ou de encarreiramentos”; 5) “Life mentoring = monitoramentos da vida”; 6) “Cross mentoring = monitoramentos cruzados”; 7) Organizacional; 8) Externa; 9) Reversa”.
Vide mais dados em: https://digital.sebraers.com.br/blog/estrategia/mentoria-e-consultoria-qual-a-diferenca/
- 2.) Conceitos Brasileiros e Resultados Operacionais das Três Categorias –
No Brasil, ao analisar-se as muitas atuações e as demandas, até proativas, por Consultorias e Mentorias percebe-se que boa parte dos erros e desmotivações empresariais - até mortíferas - decorrem de não treinamentos e de não motivações adequadas de seus funcionários de quaisquer níveis. Em todas estas ocasiões, na pratica (não na teoria dos livros e das faculdades) a atuação dos es-aposentados (a maioria contratados e até alguns concursados até na mesma empresa (conforme já autorizam as Leis) pode ser, ou já são, fundamentais para os sucessos empresariais e funcionais – vide diagnostico completo ao final. Para tanto, tudo ocorre de formas bem mais efetivas e até bem mais baratas do que se contratar “nerds” e/ou até alguns consultores presenciais (hetero treinamento local, presencial e motivacional), pois se revelam tais desaposentados treinadores/fiscalizadores como bem melhores do que os terríveis treinamentos e formações via as EAD, tão comuns e tão ruins no Brasil (a maioria do tipo “li e entendi pouco mais decorei ontem; passo na prova a distância ou “on line” e sem banca múltipla entrevistadora/questionadora, hoje, e “esqueço/não aplico/não uso/não usarei amanhã ou nunca, pois quase nada retive de conhecimento real) e tudo já se tornará, rápido, mais uma obsolescência do conhecimento.
Para muitos analistas e consultores especializados dos EUA e do Mundo” se no passado a aposentadoria significava um fim definitivo da vida profissional, hoje, estamos presenciando uma mudança de paradigma. Afinal, cada vez mais empresas estão optando por contratarem aposentados para as suas equipes.”
“De acordo com uma pesquisa recente da Consultoria Robert Half Consulting dos EUA, mais da metade dos gerentes dos Estados Unidos afirmaram ter contratado um funcionário que se aposentou e decidiu voltar ao trabalho nos últimos anos. Esse dado revela uma tendência em ascensão e uma demanda crescente por profissionais experientes e maduros no mercado de trabalho atual”.
3.) MUNDO – Históricos, Acertos? Erros? Manipulações e/ou Usos Próprios? Fatos Recentes (sem pormenorizar, pois não é o objetivo deste) mais sobre o Efeito “Ellon Musk/DOGE” e Tendências -
Na pratica, existem muitos tipos principais de consultorias de negócios empresariais e para países, dependendo do setor a que pertencem e do tipo de habilidades que o consultor oferece; no entanto, podemos exemplificar algumas atividades de consultoria.
Vejamos, por exemplo, os 5 principais tipos de consultoria empresarial: 1) O consultor legal; 2) O consultor político; 3) O consultor financeiro; 4) O consultor tributário; 5) O Consultor de marketing.
Assim, “em geral, a Consultoria Empresarial trabalha em estreita colaboração com os gestores para melhorar as operações e a eficiência, sobretudo nas áreas a seguir: Algumas das segmentações são: 1) Consultoria de gestão e estratégia empresarial: 2) Consultoria de tecnologia e inovação; 3) Consultoria de recursos humanos; 4) Consultoria de logística de operações; 5) Consultoria de finanças e economia”.
“Existem diversos sinais que podem revelar a necessidade de uma Consultoria nas empresas/Governos/países, levando em consideração diversos fatores. Confira 08 deles: 1) Insatisfação dos clientes; 2) Baixa visibilidade frente à concorrência; 3) Necessidade, por crescimento inesperado da demanda; 4) Significativo ou constante aumento de custos; 5) Desorganização financeira; 6) Processos utilizados não dão conta das necessidades produtivas mais dos desperdícios; 7) Necessidades de inovação impulsionadora e acelerada; 8) Colaboradores desengajados”.
“Sobre históricos e atuações mundiais das Consultorias, vejamos, inicialmente, “um pouco sobre a importância Mundial da Consultoria Empresarial. Como se percebe, as várias atividades podem ser muito diferentes e podem exigir tipos diferentes de trabalho. Isso também influencia em quanto custa uma Consultoria Empresarial. Uma Consultoria adequada permite que a empresa cresça e aumente o seu potencial. Alguns sinais podem ser identificados e respondem sobre quando contratar uma Consultoria”. Existem desde consultores especializados em setores até aqueles que têm uma abordagem geral”. “Algumas Consultorias são muito mais de orientação, direcionamento, enquanto outras realizam efetivamente o trabalho e organizam seus projetos e planos de ação”.
“Obviamente, “grande parte da expansão capitalista empresarial – inicialmente interna e após externa - no Século XX (ainda sem a internet, sem os e-commerce e sem os fatores de alta e já com ótimas tecnologias e com os baixíssimos custos da China e outros) se deveu as atuações anteriores das “Big Four” (a época, chamadas de “Big Eight” – as 08 maiores e mais importantes Consultorias empresarias do Mundo de antes, a maioria dos EUA, até suspeitam-se que talvez atuando como espiãs industriais/comerciais/governamentais e até atuando “para si” (vide abaixo, mais sobre a revolta atual de “Ellon Musk”/Projeto DOGE/Trump e denúncias de outros órgãos contra elas nos EUA, inclusive com muitas suas estratégias competitivas que construíam e talvez usassem seus dados capturados mais de muitos “Insiders informations” empresariais, governamentais e, pior, até internos)”.
“Após, com a forte abertura dos mercados mundiais após o fim da “guerra fria”, então, tudo passou a ser chamado por elas de “globalização” e/ou de “multinacionalização de custos e/ou de clientes finais próximos”. Assim, tudo se deu pelos bem maiores fornecimentos de matérias primas e de mão-de-obra bem mais baratas nos países focos/pobres mais de bem mais processamentos/fabricações por empresas em muitos países expertos/espertos mais de vendas facilitadas de seus produtos finais e fabricados/colados o mais próximo possível dos clientes, inclusive por novos tipos de logística, até reversas etc.”
“Até 2024 (antes de Trump e de Ellon Musk/DOGE), o mercado Mundial de Consultoria estava crescendo em ritmo médio de 10,0% ao ano, o que elevaria as cifras do jogo para Us $ 1,3 trilhão em 2026, de acordo com a Consultoria “Statista”. Com isto, também se atraiu agentes de soluções corporativas de todas as esferas, como Microsoft, Google e milhares de ONGs e de startups”.
“Somente entre 2021 e 2024 - segundo a plataforma de negócios “Statista” (na verdade, uma Consultoria de diagnósticos e levantamentos de dados mundiais mais de acompanhamentos de tendências) - o faturamento das consultorias mundiais com vendas de serviços na transformação de negócios ampliou de Us $ 130 bilhões para Us $ 900 bilhões. Dados do panorama, divulgado pela Statista 2020, mostraram que mais da metade da participação financeira destes segmentos estava concentrada em Consultorias que atuavam com finanças (29%) e operações (28%). Além disso, 80,0% da receita global estava centralizada em apenas 18 países”.
“Na Deloitte, a maior operação de Consultoria no mundo, 50% do faturamento nos EUA vinha de frentes que não existiam seis anos atrás. A Alvarez & Marsal (A&M) vivia algo semelhante: 35% dos ganhos anuais vinham de negócios que não existiam no ano anterior. Há 05 anos, a taxa de renovação do portfólio de serviços da companhia não chegava a 5%. Eram ofertas mais voltadas à transformação digital e às demandas do “stakeholder capitalism”, em que emergia a agenda ESG (do inglês, “ambiental, social e governança”). Na toada do crescimento, as grandes Consultorias aceleram a globalização de suas operações, ao passo que se especializam nos desafios de mercados locais. Era a tônica de um Mundo em que estava mais difícil para os negócios passarem incólumes às crises econômicas e às frequentes ondas de disrupção nas mais diversas indústrias”.
“Por outro lado, para melhor entendimento, cito que o termo internacional “Big Four” se refere aos serviços mundiais somados de auditoria MAIS de consultoria de negócios e de gestão MAIS de recolhimentos/isenções de menos impostos MAIS de assessoria financeira e, em geral, a serem prestados pelas maiores consultorias do mundo no segmento de auditoria e consultoria. Na Auditoria, procura-se verificar as demonstrações financeiras das empresas MAIS garantir a precisão e a conformidade das demonstrações financeiras MAIS analisar as finanças dos clientes e apontar erros. Na Consultoria pretende-se desenvolver estratégias para otimizar processos MAIS gerir riscos MAIS transformar digitalmente MAIS promover “insights” que tornem a estratégia e os processos dos clientes mais eficientes. No item Impostos objetiva-se preparar declarações de impostos MAIS aconselhar sobre como reduzir a carga tributária MAIS prestar Consultoria sobre impostos diretos e indiretos, incluindo planejamento tributário. Já na Assessoria financeira objetiva-se assessorar e agir em Fusões e aquisições MAIS reestruturação MAIS consultoria de risco MAIS assessorar os clientes em diversos aspectos financeiros”.
“Por outro lado, o termo “Big Four” também é muito usado para nomear as 04 maiores consultorias atuantes no Mundo atual (e que contam com rede global de escritórios e uma vasta base de clientes e por terem grande expertise e conhecimento profundo do mercado) a saber, pela ordem: Deloitte, PricewaterhouseCoopers (PwC), Ernst & Young (EY) e KPMG. Saiba como foram criadas as Big Four, quais são as empresas do grupo e o que elas fazem em: https://www.empiricus.com.br/explica/big-four/ “
“Agora nesta nova era de E-commerce mundial (do tipo Shopee, Amazon e Mercado Livre) mais com os novos fatores China, Índia, Rússia e Brasil (BRICS), elas - antes de certas formas até acomodadas, pois lucrando muito e baseadas nas antigas teses capitalistas apenas norte-americanas agora elas estão muito ansiosas, pois sabem que têm que se reencontrar e se reprogramar rapidamente, até porque sabem que não estão mais sozinhas no Mundo. Isto se demonstra pelas vitorias recentes de empresas de informática da China – como a DeepSeek, Alibaba Group, Baidu e ByteDance – em cima de tradicionais, muito lentas e espertas/mandatarias/impositivas, empresas de tecnologias riquíssimas dos EUA, e antes muito dominadoras mundiais quase que sozinhas, como Microsoft, Apple, Nvidia e até da recente OpenAll/ChatpGPT dos EUA. No Brasil, recente, as ideias dos antigos economistas dos EUA - como Adam Smith, Keynes, Cochrane, Blanchard e outros, inclusive muitos impostas pelo FED dos EUA já são muito contestadas (sobretudo pelo mestre André Lara Resende) por muito elevarem, artificialmente, as taxas de juros internas (SELIC), assim muito ampliando os lucros bancários e dos investidores e, idem, reduzindo as rendas e o poder de compra dos mais pobres (ou seja, os preços alimentos não deveriam fazer parte do cálculo de tal SELIC, pois esta em nada os protegem de real e/ou impedem que ampliem, pois estes são bem mais por fenômenos climáticos e de estocagens adequadas). Assim, entre elas, temos as teorias improváveis impostas pelo FED de que aumentar juros no Brasil - e não ampliar ou esperar as chuvas, sempre comprando, sustentando preços e fazendo bons estoques e já desde o início das safras/colheitas - é que se combate à inflação de alimentos em anos de secas e/ou similares em países tropicais/similares, como também por bem maiores demandas internas e/ou para exportações, como corrente no Brasil.”
Assim, modernamente, no caso do Brasil e de outros países tropicais há serias dúvidas (quase que certezas) de que ao ampliar-se juros -, atendendo as exigências das grandes Consultorias mais do FED dos EUA -, realmente reduz-se a inflação nos países produtores e exportadores de alimentos e/ou são apenas para, espertamente, ampliarem muito e rápido os lucros dos Bancos mais das Empresas por elas assessoradas, ao tempo que reduzem fortemente a renda/empobrecem e o padrão alimentar nos países mais pobres, “conforme prova a super economista mundial Monica de Bolle. Vide mais detalhes em: https://www.corecon-rj.org.br/anexos/A6340E4101915BB58499BC36CD42BA5E.pdf MAIS em https://www.infomoney.com.br/colunistas/terraco-economico/dominancia-fiscal-e-o-recente-debate-entre-economistas-brasileiros/ . “
No Mundo recente tudo muda e muito rápido. Em 2024, surpreendendo todas as Consultorias famosas e os Governos e Países, “apenas uma Startup chinesa de IA (DeepSeek) já causou rombo de Us $ 1,0 trilhão em rivais dos EUA. O baque ocorreu com informações de que a “DeepSeek” desenvolveu ferramentas de inteligência artificial mais baratas que as do “ChatGPT” em: https://www.metropoles.com/negocios/startup-chinesa-de-ia-causa-rombo-de-us-1-trilhao-em-rivais-dos-eua “
Em 2023, a China anunciou que o País deve proibir as estatais de usarem serviços das “Big Four” de Consultorias internacionais (Deloitte, PricewaterhouseCoopers – PwC; Ernst & Young EY e KPMG). Pequim também tem receios de que as companhias estrangeiras tenham acessos privilegiados aos dados financeiros das empresas controladas pelo Estado chinês.
Na índia, as influências das Big Consulting se estendem muito além das fronteiras dos EUA, com a Índia também se tornando um campo de batalha fundamental para a Deloitte, PwC, EY e KPMG.
Recente – Mr. Mohandas! Pai ex-CFO da Infosys e atual primeiro Ministro “também soou o alarme sobre os crescentes domínios delas sobre os estudos e as formulações de políticas do governo indiano, alegando que as condições de licitação são frequentemente manipuladas aos seus favores”. “Os críticos argumentam que isso levanta sérias preocupações sobre transparência e interesse nacional, pois essas empresas não apenas elaboram políticas, mas também se beneficiam de sua implementação”.
O economista indiano Sanjeev Sanyal, membro do Conselho Consultivo Econômico do Primeiro-Ministro, “também questionou a extensão da influência estrangeira na formulação de políticas da Índia. Ao contrário de Ellon Musk e de Trump nos EUA, ele destacou sobre como a USAID (Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional) desempenhou um papel importante na Pesquisa Nacional de Saúde Familiar (NFHS) da Índia, moldando políticas médicas e sociais críticas”. “De acordo com Sanyal, esse envolvimento profundamente enraizado por agências estrangeiras e empresas de consultoria frequentemente resultou em metodologias distorcidas que impulsionam uma narrativa específica em vez de soluções políticas objetivas”.
“Os domínios das Big 4 em projetos governamentais na Índia levantaram questões mais amplas sobre se elas estão servindo aos interesses do País ou aos seus próprios. Embora essas empresas tenham contribuído para reformas de governança e transformação digital, seu crescente domínio sobre estruturas de políticas sem supervisão suficiente continua sendo uma questão controversa. À medida que crescem os apelos para abrir o Sistema e reduzir a dependência de consultores externos, o Governo indiano pode em breve enfrentar um dilema sobre a dependência destas empresas.”
Nos EUA, desde 1977, “o Governo Jimmy Carter (um plantador de amendoins) já reclamava muito de que a burocracia federal estava empregando firmas de consultorias “excessivamente”, “desnecessariamente” e “indevidamente”. Naquele ano, somente a Booz Allen Hamilton já recebera Us$ 1,7 bilhão em valores atuais e somente do Departamento de Agricultura do Governo (o poderosíssimo USDA) somente para descobrir quantos frangos seus inspetores deveriam abater para analises de suas qualidades e de suas condições sanitárias.”
A receita total do setor público dos EUA representa cerca de 6,0% do mercado de consultoria de gestão dos EUA e totalizou Us $ 6,0 bilhões no ano passado.
Nos EUA, recente, “uma análise de dados federais pelo poderosíssimo FT (“Financial Times”) mostrou que mais de 30 contratos mantidos por apenas 10 Consultorias com o Governo Central já foram totais ou parcialmente cancelados. O maior é um contrato guarda-chuva cobrindo serviços de TI para o “Internal Revenue Service”, liderado pela Deloitte, avaliado em até Us $ 1,9 bilhão e ao longo de 07 anos. As 10 Consultorias inicialmente visadas ??pela administração incluíram a Deloitte, Accenture, Booz Allen Hamilton, Guidehouse e IBM. A análise do FT abrange contratos mantidos por essas empresas que, de acordo com declarações federais, foram objeto de notificações de “rescisão por conveniência”.
“Agora, vejamos também as situações de efetividades e de erros no Mundo, em especial nos EUA, onde as Consultorias estão errando muito segundo o Departamento DOGE de Ellon Musk e são ameaçadas por ele (segundo ele: “são apenas autoras de enjoativos e sequentes “power point” bonitos e pouco confiáveis – apenas para dourar a pílulas para os clientes, tentando transformar prata em ouro - e nada têm de bons projetos nem com previsões confiáveis”)”.
“No Mundo, a evolução do mercado obrigou as Consultorias a se reinventarem. Até 2024 (antes de Trump e de Ellon Musk/DOGE atuando fortemente contra elas e seus maus serviços prestados nos EUA, segundo eles – vide acima e a seguir), as Consultorias eram, antes de tudo, implementadoras e conectoras de soluções – por vezes, até sócias, pois com os maiores riscos para muitos negócios, subiam também os ganhos, mas somente para alguns. “A Consultoria já não era mais só um prestador de serviços, mas também atuava muito como um parceiro de negócio, obviamente talvez, segundo os críticos, até usando muitos “insides informations” governamentais (informações privilegiadas) e de dados departamentais estratégicos utilizados em suas ações consultivas (a quem sempre tiveram muitos acessos, quase que livres nos EUA, segundo o DOGE, e como veremos a seguir)”.
“Recente, em 2025 (após a posse de Trump), o Governo voltou a observar/criticar e está ampliando muito seu ataque contra os gastos do Governo com consultores, depois que uma iniciativa de corte de custos liderada por Elon Musk (DOGE) desencadeou o cancelamento de dezenas de contratos e ameaçou centenas de outros. Dez dos maiores consultores dos EUA foram informados de que têm que justificar rapidamente seus bilhões de dólares recebidos nos projetos em andamento para o Governo federal. Os contratos são mantidos por uma ampla gama de entidades federais, incluindo o Serviço de Imigração e Alfândega; o Departamento de Defesa; a Administração da Previdência Social e o Escritório de Patentes e Marcas dos EUA. Além disso, outras autoridades disseram ao FT= “Financial Times” que planejam expandir o número de empresas visadas proximamente ainda em 2025.”
“Assim, o chamado Departamento de Eficiência Governamental (DOGE) de Musk vem orquestrando medidas de corte de custos em todo o Governo que incluem demissões em massa de funcionários federais MAIS o congelamento de projetos de ajuda MAIS a eliminação de funções de agências, tudo de uma maneira que os críticos dizem ser aleatória e cega às consequências. Então, os consultores agora enfrentam um acerto de contas, onde a Lex e a Booz Allen Hamilton parecem as mais expostas. Elon Musk também representa um grande perigo para a Accenture, McKinsey e seus rivais, por que o Governo americano pode se voltar contra outros consultores. Vide mais dados em: https://www.ft.com/content/986dca97-afba-4be5-9570-3494daaa3eda “.
“O DOGE estabeleceu a meta de cortar Us $ 2,0 trilhões em gastos desnecessários do Governo. Para o DOGE, por décadas, o Governo federal dos EUA tem sido uma mina de ouro para tais gigantes da consultoria. Os consultores há muito se posicionam muito como sendo os consertadores indispensáveis ??da ineficiência burocrática. Seus honorários dispararam à medida que as agências federais, incapazes de atrair os melhores talentos, terceirizaram esforços críticos de modernização. Os números contam a história: a Booz Allen Hamilton arrecadou Us $ 9 bilhões em contratos federais em 2024, enquanto a Accenture, a Deloitte e a BCG ganharam, coletivamente, mais de Us $ 18 bilhões, um aumento de quase 04 vezes em relação a 01 década atrás.”
“Se o DOGE tiver sucesso em entregar economias de trilhões de dólares, empresas privadas podem tentar replicar o modelo. Eliminar Consultorias de alto custo em favor de ferramentas de eficiência alimentadas por IA pode reduzir as despesas corporativas em até 90%, uma perspectiva que os acionistas podem achar irresistível. Se essa mudança ganhar força, os próprios fundamentos da Consultoria tradicional podem ruir”.
“O corte de custos do DOGE já causou baixas de alto perfil. Só a Deloitte viu mais de Us $ 219 milhões em contratos serem cancelados e/ou renegociados, enquanto empresas menores sediadas em Washington — cuja força vital é o trabalho do Governo — enfrentam perdas devastadoras. Algumas empresas agora estão travadas em batalhas legais com a Administração, alegando que meses de faturas não pagas as deixaram financeiramente incapacitadas. O caso do Global Health Council “versus”. Donald J. Trump ressalta a crise mais ampla: empresas de Consultoria argumentam que o Governo não está apenas cortando projetos futuros, mas também renegando pagamentos por trabalho já concluído”.
Vide mais dados em: https://www.businessinsider.com/deloitte-accenture-job-fears-doge-consulting-contracts-trump-musk-2025-3
Idem, vide mais dados em: https://www.economist.com/business/2025/02/19/elon-musk-spells-danger-for-accenture-mckinsey-and-their-rivals
4.) BRASIL - Históricos, Acertos? Erros? Manipulações e/ou Usos Próprios? Fatos Recentes (sem pormenorizar, pois não é o objetivo deste) // Tendências –
“Para algumas grandes Consultorias dos EUA, a reorganização da cadeia de suprimentos global pode muito favorecer o Brasil e já proximamente. Segundo análises da Consultoria americana Bain & Company sobre esse cenário têm apontado para o surgimento de dois grandes blocos mundiais: um liderado pela China e o outro, pelos EUA. No Ocidente, o Brasil atrairia investimentos para fortalecer uma indústria próxima de grandes mercados consumidores. “Existe uma conversa sobre a evolução das cadeias regionais e discussões com empresas norte-americanas sobre como mover as operações da Ásia para o Brasil”.
“A Bain & Company também estima que o setor de Consultoria mundial tenha se tornado mais relevante na economia brasileira por sua capacidade de mobilização do mercado e de geração de negócios. A tendência é de expansão do segmento por aqui e ao ritmo de dois dígitos. O Brasil somente representa 1,0% dos negócios globais, mas 31,0% do faturamento delas no mercado latino-americano de consultoria. Movimentou, assim, Us $ 14,4 bilhões (R$ 74,0 bilhões) em 2021, segundo dados do Euromonitor. Embora concentrado nas mãos das multinacionais, o número de Consultorias no Brasil ultrapassou 161 mil empresas ativas. “O Brasil tem potencial para criação de valor de exportação, porque o mercado nacional tem especificidades, que o tornam relevante tanto em demanda quanto em oferta”, conta um diretor executivo e sócio do Boston Consulting Group (BCG)”.
“Em 2021, o Setor de Consultorias movimentou Us $ 14,4 bilhões no Brasil, segundo dados do Euromonitor”.
“Em 2022, a Oliver Wyman Consultoria elegeu a operação brasileira como uma das suas prioridades globais. A decisão seguiu um ano de crescimento recorde no país, onde concentrou sua atuação nos setores financeiro, telecomunicações e em agenda climática. “À medida que o “open banking” se estabelece, precisaremos desenvolver modelos de crédito melhores e ajudar clientes a ganhar competitividade” afirmou a líder da Companhia no Brasil, sobre as demandas locais. O equilíbrio da participação de diferentes setores da indústria na economia diferencia o país entre os emergentes, ponderou outro líder da Consultoria da EY na América Latina do Sul. E o mais importante: é um mercado de custo acessível”.
“Em 2023, o segmento de Consultorias deve ter movimentado cerca de R$ 186 bilhões no Brasil, crescendo 9,5% ante 2022, segundo a Universidade Marketplaces. Também para eles, o cenário será mais otimista a longo prazo.”
Entretanto, “embora com numeros talvez muitos até suspeitos, um portal famoso recente divulgou que atualmente o Brasil tem mais de 136 mil empresas de Consultoria empresarial mais de TI”.
Já outra elevou ainda mais para 1,3 milhão de consultores e 398 mil empresas de Consultoria existentes em janeiro de 2024. Vide em: https://www.abco.org.br/noticias/aula-magna-do-cfco-apresenta-o-panorama-da-consultoria-no-brasil-e-no-mundo/#:~:text=No%20Brasil%2C%20somos%201%2C3,398%20mil%20empresas%20de%20consultoria.
Agora - como curioso e por ser meu dever crítico, investigativo e como autor mundial em 03 idiomas e já com 1.200 mil ‘page views” em 290 artigos analíticos e inovadores já publicados – pergunto-vos: Será que muitos e simples escritórios de contabilidade e/ou contadores e/ou corretores de imóveis, seguros etc. e/ou pequenas bancas jurídicas com apenas 01 porta – todos sem deméritos - também já estão sendo consideradas como Consultorias Empresariais? Quantas destas tais Consultorias, talvez, realmente precisem mesmo é de Consultorias em seus trabalhos, seus assessoramentos e em seus negócios?
As maiores empresas de Consultoria do Brasil incluem Deloitte, EY, KPMG e PwC, mas há outras Consultorias como Bain & Company; Boston Consulting Group; McKinsey & Company; Protiviti; Stefanini IT Solutions; AeC e Algar.
“A Bain & Company estima que o setor de Consultoria no Brasil tenha se tornado bem mais relevante na economia brasileira por sua capacidade de mobilização do mercado e de geração de negócios. A tendência é de expansão do segmento por aqui ao ritmo de dois dígitos. Como já dito, o Brasil representa 1,0% dos negócios globais, mas 31,0% do faturamento no mercado latino-americano de consultoria.”
5.) Alguns Conceitos Mundiais Modernos e Resultados Operacionais das Empresas atuantes nas Desaposentadorias (contratações de MUITOS aposentados por diversas formas, para diversos fins e por diversos motivos) -
“A população do Planeta em 01/01/1950, que era de 2,47 bilhões de habitantes já ampliara para 6,1 bilhões em 2000; pode atingir o pico populacional de 10,3 bilhões de habitantes em 2084 e, somente então, diminuir ligeiramente para 10,2 bilhões de habitantes em 2100”.
“Por outro lado, a população com 0 a 14 anos de 858 milhões de pessoas em 1950 aumentou para 1,87 bilhão de habitantes em 2000 e pode atingir o pico de 2,0 bilhões de pessoas em 2021, somente então decrescendo para 1,68 bilhões de crianças e adolescentes em 2100, OU SEJA, PARA APENAS O DOBRO ANTE 1950. Já a população de 15 a 59 anos, que era de 1,4 bilhão de pessoas em 1950, pode chegar a 3,7 bilhões em 2000, atingido o pico 5,8 bilhões de pessoas em 2067, e somente então, começar a reduzir nas últimas 3 décadas do século, atingindo 5,6 bilhões de pessoas em 2100”, ENTÃO, MAIS QUE TRIPLICANDO ANTE 1950”.
Assim, além de termos que alimentar, de cuidar e de termos que bancar muito mais idosos, a maioria aposentados, no final do século, o número de jovens contribuintes e trabalhadores, ao contrário, reduzirá sua participação na população mundial total, ou seja, numa possível situação até de escassez de certos alimentos (as alimentações de idosos são bastante exigentes e complicadas de se produzir e de se obter, até gastando muito mais águas por hectare/ano) mais, idem, de reduções dos números de trabalhadores/contribuintes ativos e, sobretudo, de fortes ampliações das necessidades de muito mais recursos para bancar-se tanto consumo e, pior, já numa situação de escassez dez mão-de-obra bem preparada mais de contribuintes ativos.
“Para os autores dos diagnósticos (vide link abaixo), o único grupo etário que vai crescer continuamente durante todo o século XXI será o de 60 anos e mais de idade, que tinha apenas 195 milhões de idosos em 1950; passou para 600 milhões de idosos no ano 2000; chegou a 1,0 bilhão de pessoas em 2018; deve alcançar 2,0 bilhões de pessoas em 2048 e está projetado para chegar a 3,0 bilhões de idosos em 2100”, ISTO É, QUASE QUE QUINZEPLICANDO ANTE 1950.
Assim, no Mundo, a UNICA PARTE DA FUTURA “população QUE JÁ amplia a uma taxa de cerca de 3,0% ao ano é a com 60 anos OU MAIS. MELHOR É QUE, A MAIORIA, JÁ É APOSENTADA NO EMPREGO INICIAL, MAS, É PERFEITAMENTE, POSSÍVEL DE AINDA BEM ATUAR E DE PRODUZIR POR UNS 20 A 30 ANOS MAIS, ATÉ COMO FORÇA DE TRABALHO OPERACIONAL AUXILIAR E/OU PARA TREINAMENTOS E/OU MOTIVAÇÕES/INCENTIVACÕES E/OU ATÉ FISCALIZAÇÕES ETC. MUITOS DESSES AINDA GOZAM DE BOA SAÚDE, POIS JÁ ESTÃO SE ALIMENTANDO MUITO BEM COM SUA APOSENTADORA INICIAL e única.”
Adicionalmente, também “pelas projeções da Divisão de População da ONU, a população total do Mundo deve crescer 4,1 vezes entre 1950 e 2100, sendo que o grupo etário 0-14 anos deve crescer 2,0 vezes nos 150 anos em questão, mas a população de 15 a 59 anos deve crescer 3,9 vezes e a população de idosos de 60 anos e mais de idade deve crescer impressionantes 15,4 vezes no período. Isto quer dizer que a proporção de idosos na população total vai aumentar significativamente, caracterizando um profundo processo de envelhecimento populacional”.
“Ainda para a ONU, em termos proporcionais, o grupo etário de 0-14 anos representava 34,7% da população total mundial em 1950, caiu para 30,6% no ano 2000 e deve ficar em somente 16,5% da população total em 2100. O grupo etário 15-59 anos representava 58% da população total em 1950; subiu para 60,3% no ano 2000; chegou ao pico de 62,5% em 2010 e deve diminuir para 55% em 2100. Já o grupo de idosos de 60 anos e mais de idade que representava 7,9% da população total em 1950; chegou a 9,8% no ano 2000; atingiu 14% em 2023 e deve alcançar 30% da população total em 2100”.
“O decrescimento demográfico e o envelhecimento populacional são tendências inexoráveis do século XXI, mas isto não implica necessariamente em retrocessos nos indicadores sociais. O Mundo será um lugar melhor para se habitar se o decrescimento populacional dos países for acompanhado do aumento da renda “per capita” mais de uma maior equidade social mais de uma significativa redução da pegada ecológica e do déficit ambiental. Um Mundo com menor quantidade de pessoas, pode ser um Mundo com maior bem-estar humano e ecológico”.
“Entretanto, para os autores: Não existem países ricos com estrutura etária jovem. Enriquecer e envelhecer são fenômenos sincrônicos. O futuro pode ser promissor para qualquer país se a sociedade civil, a iniciativa privada e as políticas públicas atuarem em conjunto para garantir uma educação universal e de qualidade mais para garantir uma saúde integral mais para garantir o pleno emprego e o trabalho decente mais para combater o etarismo. O futuro de prosperidade depende de uma sinergia entre todos os grupos etários e da libertação do potencial produtivo e criativo da geração prateada, que terá um peso cada vez maior na sociedade.”
Vide mais dados em https://portaldoenvelhecimento.com.br/os-novos-numeros-da-populacao-e-do-envelhecimento-mundial-e-brasileiro/ .
No Brasil, para excelente Consultoria brasileira “Shift” (vide mais dados e informes no link ao final), a população do Brasil (em 1º de janeiro) que era de 52,6 milhões de habitantes em 1950 passou para 172,9 milhões no ano 2000; chegou a 209,9 milhões em 2022 (cerca de 6 milhões a mais do que indicou o censo demográfico brasileiro de 2022); deve atingir o pico populacional em 2042 com 219,3 milhões de habitantes e deve decrescer para 164,0 milhões de habitantes em 2100. Na segunda metade do atual século, o Brasil deve perder cerca de 50,0 milhões de habitantes.”
“A população brasileira de 0 a 14 anos, que era de 22 milhões de pessoas em 1950 chegou ao pico de 53,3 milhões de crianças e adolescentes em 1993 e deve decrescer ao longo do atual século até atingir 26,4 milhões de pessoas em 2100. Já a população brasileira de 15 a 59 anos, que era de 28,4 milhões de pessoas em 1950, passou para 108,4 milhões no ano 2000; deve atingir o pico em 2031, com 138,7 milhões de pessoas e deve decrescer para 80,4 milhões de pessoas em 2100. Portanto, a população em idade ativa de 15-59 anos deve perder cerca de 58 milhões de pessoas entre 1931 e 2100”.
“Pelas projeções da Divisão de População da ONU, a população total do Brasil deve crescer 3,2 vezes entre 1950 e 2100, o grupo etário 0-14 anos deve diminuir em cerca de 10,0% nos 150 anos em questão, a população de 15 a 59 anos deve crescer 2,8 vezes e a população de idosos de 60 anos e mais de idade deve dar um salto significativo de 31,2 vezes no período. Isto quer dizer que a proporção de idosos na população total do Brasil vai aumentar exponencialmente, caracterizando um profundo e rápido processo de envelhecimento populacional”.
“Em termos proporcionais, o grupo etário de 0-14 anos representava 42,5% da população total do Brasil em 1950, caiu para 30,2% no ano 2000 e deve ficar em somente 12% da população total em 2100. O grupo etário 15-59 anos representava 53,9% da população total em 1950, subiu para 62,7% no ano 2000, já atingiu o pico em torno de 66% na segunda década do século XXI e deve diminuir para 49% em 2100. Já o grupo de idosos de 60 anos e mais idade que representava 4% da população total em 1950, chegou a 7,7% no ano 2000, atingiu 15,3% em 2023 e deve alcançar 39% da população total em 2100”.
“O decrescimento da população virá mais cedo no Brasil do que no Mundo e, proporcionalmente, o Brasil terá um envelhecimento populacional muito mais rápido e mais profundo do que a média mundial. O número de idosos de 60 anos e mais de idade vai ultrapassar o número de crianças e de adolescentes de 0 a 14 anos já no ano de 2030 no Brasil e no ano de 2084 no Mundo. Haverá uma inversão da pirâmide populacional”.
“Em termos proporcionais, o grupo etário de 0-14 anos representava 42,5% da população total do Brasil em 1950, caiu para 30,2% no ano 2000 e deve ficar em somente 12% da população total em 2100. O grupo etário 15-59 anos representava 53,9% da população total em 1950, subiu para 62,7% no ano 2000, já atingiu o pico em torno de 66% na segunda década do século XXI e deve diminuir para 49% em 2100. Já o grupo de idosos de 60 anos e mais idade que representava 4% da população total em 1950, chegou a 7,7% no ano 2000, atingiu 15,3% em 2023 e deve alcançar 39% da população total em 2100”.
Analisemos agora um pouco sobre como se encontra no Mundo atual, o fundamental retorno de alguns aposentados ao mercado de trabalho (situações também chamadas de desaposentadorias temporais totais ou parciais dos chamados “babies boomers”) para atuarem intensivamente como e onde nas funções acima já elencadas.
Certamente, isto também já ocorre na maioria dos países mais desenvolvidos do Mundo, até como tendencia, embora, por aqui, as Universidades, Empresas e Consultorias não estejam bem preparadas para aceitarem ou sequer para bem diagnosticarem tais fatos e grandes necessidades/demandas empresariais (sobretudo, utilizando os mais idosos para operarem/coordenarem mais treinarem mais fiscalizarem mais até reduzirem perdas e até certos furtos funcionais ou de clientes (nada de consultas funcionais a “facebook”, “watts-app”, “tik tok”, “reels” etc.. durante o expediente).
Para a ótima consultoria brasileira Shift (vide mais acima e no link ao final): “Nunca tantos profissionais com 55 anos ou mais estiveram ativos ao mesmo tempo no mercado de trabalho (mundial). Essa tendência, um reflexo do envelhecimento da população, faz parte de um cenário de grandes mudanças no mundo do trabalho, com a adoção da IA G - Inteligência Artificial Generativa - e uma alta valorização e demanda por “soft skills”.
“Entre os Países mais ricos, que formam o G7, a expectativa era de que trabalhadores com 55+ anos ultrapassem 25,0% da força de trabalho até 2031, um aumento de 10,0% em relação aos níveis de 2011. O Japão deverá registrar uma mudança mais acentuada, com quase 40,0% de sua força de trabalho com 55 anos ou mais. Até mesmo a China vai sentir os efeitos: a população com idade de 65+ anos deve dobrar até 2050”.
Também, já aqui no Brasil algumas empresas mais competitivas já atuam (como nos EUA e na Europa - vide abaixo) principalmente para que tais idosos sejam mais utilizados para muito bem treinarem e/ou bem motivarem os seus colegas funcionários e até seus gestores mais jovens, tudo de forma talvez muito mais barata, do que os nossos possíveis e já fracos ensinos/pós-graduações EAD etc. (a maioria à distância e via internet ou semipresencial com fracos, repetitivos e cansativos “power point” em que recente até um Ministro brasileiro muito criticou algumas Consultorias de renome quando estas tentarem lhe vender os falsos projetos das tais “ferrovias de papel”). Também, leias acima que, recente, “a administração de Donald Trump, por meio do Departamento de Government Efficiency (DOGE), comandado por Elon Musk, está decidida a cortar contratos considerados “inúteis” por Consultorias gigantes e contumazes (das 04 as 08 maiores das tidas como melhores do Mundo empresarial, público estatal), sendo que, muitas vezes, elas corram muitíssimo caro e se limitam a entregar relatórios superficiais, como apresentações de PowerPoint que não acrescentam de valor real aos projetos“.
Nestes casos - claramente quase que sem resultados empresariais futuros -, algumas empresas brasileiras privadas ou públicas ou estatais poderosas, talvez até iludidas/forçadas, até exigem e/ou até premiam e/ou até publicam nos seus balanços corporativos - e para atração de investidores - mais em seus sites sobre tais esforços de treinamentos/formações. “Tudo então ocorre memo com todos já sabendo, bem antes, que talvez sejam para que algumas escolas/consultores até fingirem que treinam seus funcionários (talvez tais empresas estão mesmo é de olho muito mais nos bons incentivos governamentais para tanto, inclusive reduzindo impostos, mesmo com ciências coletivas dos pouquíssimos ou de quase nada de resultados reais/concorrenciais para todos) e em que talvez muitos fingem que aprendem e que até os usam nas empresas (já há pesquisas de campo que demonstram que os participantes sequer conseguem lembrar das principais matérias que estudaram, e em que foram avaliados, após 01 ano do estudo e, até bem pior, dos nomes dos professores que as ministraram)”.
Nos EUA, já ocorre um fenômeno em que de que depois dos 70: americanos já não conseguem se aposentar em definitivo. Na geração dos “babies boomers” (ou seja, dos nascidos na explosão demográfica após a Segunda Guerra Mundial), cada vez mais pessoas continuam trabalhando após a idade tradicional de aposentadoria, de 65 anos. No último trimestre de 2017, 32,0% dos americanos entre 65 e 69 anos tinham um segundo ou terceiro emprego”. Desde 2017 (2º semestre) quase 19,0% das pessoas com 65 anos ou mais estavam trabalhando por, pelo menos, meio período de acordo com o relatório sobre empregos dos EUA”.
“Os americanos mais velhos estão trabalhando mais e quem tem menos de 65 anos está trabalhando menos, uma tendência que deve continuar, segundo projeções do Escritório de Estatísticas de Trabalho dos EUA (BLS, na sigla em inglês). Em 2024, 36,0% das pessoas entre 65 e 69 anos seriam participantes ativos do mercado de trabalho, afirma o BLS, em comparação com apenas 22,0% de 1994”.
“Uma série de fatores mantém os americanos mais velhos na força de trabalho: 1) Muitos são mais saudáveis e já vivem mais tempo do que os das gerações anteriores; 2) Alguns decidem não se aposentar completamente, porque gostam de seus trabalhos ou simplesmente porque querem permanecerem ativos; 3) Outros precisam de mais dinheiro, pois “querem aproveitar melhor a vida, ou seja, mais gastarem e assim também mais contribuírem e consumirem”.
“Também, quanto mais tempo se trabalha nos EUA, mais fácil é pagar uma aposentadoria confortável. A vida mais longa e o aumento dos custos de assistência médica tornaram a aposentadoria mais cara, ao mesmo tempo em que a estagnação salarial e a diminuição da pensão tradicional tornaram mais difícil economizar o suficiente”.
“Ainda segundo a pesquisa recente da Robert Half Consultoria, mais da metade dos gerentes dos Estados Unidos afirmaram ter contratado um funcionário que se aposentou e decidiu voltar ao trabalho nos últimos anos. Esse dado revela uma tendência em ascensão e uma demanda crescente por profissionais experientes e maduros no mercado de trabalho atual. “Também, cerca de um quinto dos profissionais aposentados entrevistados em uma pesquisa da Robert Half Consultoria nos EUA afirmaram que estão recebendo uma remuneração maior agora do que antes, devido à maior demanda por suas habilidades. A experiência e habilidades adquiridas ao longo dos anos são altamente valorizadas e recompensadas no mercado de trabalho atual”.
Vide mais dados em: https://economia.uol.com.br/noticias/bloomberg/2017/07/10/trabalho-depois-dos-70-americanos-nao-conseguem-se-aposentar.htm?cmpid=copiaecola
Ainda para a ótima consultoria brasileira “Shift”, “nos Estados Unidos, aproximadamente 11,0 milhões de pessoas com 65 anos ou mais estavam empregadas no final de 2024, o que representava 19,0% da força de trabalho nessa faixa etária. Já outra pesquisa da Gallup revelou que 41,0% dos trabalhadores norte-americanos esperavam trabalhar além dos 65 anos, um aumento considerável em comparação com apenas 12,0% de três décadas. A projeção era que os adultos com 65 anos ou mais já representarão 8,6% da força de trabalho em 2032, em comparação com 6,6% em 2022. Espera-se que esse grupo demográfico seja responsável por 57,0% do crescimento da força de trabalho durante esse período, indicando um aumento robusto na participação de trabalhadores mais velhos no mercado de trabalho.”
Na Europa, já em 2019, também a recontratação de empregados mais velhos já dava nova vida ao mercado de trabalho. “Numa Europa que envelhece rapidamente, os empregadores estavam encontrando maneiras de terem funcionários mais velhos trabalhando: mantendo-os por mais tempo ou mesmo como novas contratações. Os trabalhadores entre os 55 e os 74 anos apresentaram crescimento de 85,0% no emprego na zona do euro entre 2012 e 2018, segundo a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). A tendência superou o que era considerado o comum nos mercados de trabalho, quando os trabalhadores jovens – mais baratos e mais flexíveis – são os mais cobiçados (mas idem com muito menos conhecimentos, experiências e paciências/resiliências). Empregadores e economistas, no entanto, afirmam que – a grande e altamente educada geração de “baby boomers” - desenvolveu habilidades que são difíceis de substituir” (como descrito).
“Cientes do rápido envelhecimento da força de trabalho, os executivos da montadora alemã BMW AG iniciaram uma experiência numa fábrica na Baviera há alguns anos. Eles colocaram numa linha de montagem, exclusivamente, trabalhadores mais velhos e com uma idade média de 50 ano. Com pequenos ajustes e um desembolso total de cerca de € 40.000 (Us $ 45.000) – em cadeiras ergonômicas, pisos de madeira menos rígidos, lentes para ampliar peças menores –, a linha tornou-se uma das mais eficientes da BMW”. “Descobrimos que os trabalhadores mais velhos tinham a mesma produtividade que os mais jovens mais que, em termos de qualidade, eram ainda melhores”, disse o porta-voz de recursos humanos da BMW em Munique. O design da linha já foi replicado nas fábricas da BMW na Alemanha e em outros países.”
“Enquanto isso, segundo dados da OCDE, cerca de ¾ dos alemães com idades entre 55 e 64 anos já estavam trabalhando. Na Itália e na França, a taxa de emprego – na mesma faixa etária – subira para 55,0%, mas, a mesma taxa para os americanos, mantinha-se estável em torno de 65,0%.”
“Até 2018, os economistas presumiam que a produtividade dos trabalhadores atingia o pico entre 30 e 45 anos, antes de cair rapidamente depois de 60. Mas algumas pesquisas contrariaram esta suposição: examinando grandes conjuntos de dados, economistas da “Munich Technical University” descobriram que a produtividade não muda muito quando por trabalhadores com a idade de 65 anos”.
Acerca, vide bem mais dados em: https://www.maturi.com.br/blog/mercado-de-trabalho-maturi-europa
No Brasil, no final de 2024, a excelente Consultoria genuinamente brasileira de gestão empresarial e treinamentos “The Shift” publicou o seguinte diagnostico: “Futuro do Trabalho: A ascensão dos profissionais acima de 55 anos”. “A The Shift é uma plataforma de conteúdo que traduz o contexto da transformação digital e da inovação disruptiva para profissionais e empresas da nova geração (concorrencial moderna)”. “Ela identifica, apresenta, traduz e contextualiza a ruptura em cenários que façam sentido para indivíduos e corporações de todas as atividades e segmentos econômicos”. Também, oferece conteúdos exclusivos e abrangentes, que ajudam pessoas e empresas a identificarem hoje as oportunidades para inovar, prosperar e transformar os negócios e a sociedade”.” Acesse seu site ao final por completo e recebas muitas analises externas e internas especializadas em português, obviamente.”
“Para eles, em 2030, 150,0 milhões de empregos no Mundo serão exercidos por trabalhadores quase que idosos e idosos, acima de 55 anos, sendo 109,0 milhões nos países de media renda “per capita”, em especial de toda a Asia mais países árabes; América Latina inclusive México e parte rica da África (vide gráfico no link abaixo). Já 20,0 milhões de empregados idosos com elevada renda “per capita” mediana trabalharão nos países mais ricos (EUA, Canadá, Europa, Australia e alguns árabes). Concluindo, 17,0 milhões com baixa renda “per capita” trabalharão nos países mais pobres do Mundo, sobretudo na África e em alguns árabes.”
“Ao mesmo tempo, prevê-se que a escassez global de talentos levará a mais de 85,0 milhões de empregos não preenchidos até 2030, resultando em perdas anuais mundiais de receita de aproximadamente Us $ 8,5 trilhões. Do ponto de vista das empresas, o não preenchimento de novos cargos pode provocar um impacto tremendo no crescimento das organizações. Mesmo com mais tecnologia integrada, a falta de mão-de-obra de trabalhadores capacitados pode “segurar” o avanço”.
“Por essas e outras razões, as empresas deveriam olhar agora para maneiras de desenvolver sua força de trabalho multigeracional, que acolha não apenas os jovens da Geração “Z” e idem a Geração “Alpha”, mas também profissionais “Baby Boomers” e da Geração “X” tudo para promoverem dentro da organização a verdadeira troca de experiências e de vivências”.
Acerca, vide bem mais dados e um diagnostico excelente em https://theshift.info/hot/futuro-do-trabalho-a-ascensao-dos-profissionais-acima-de-55-anos/ -
Em julho/2024, o Brasil já tinha 23,0 milhões de aposentados, cerca de 11,0% da população total de 212,6 milhões de pessoas segundo o último Censo. Até 2025, o Brasil deverá ter 31,8 milhões de pessoas com mais de 60 anos. O IBGE estima que em 2070 a percentagem da população idosa será maior do que o dobro da atual, chegando a 37,8%.
Como resultado, no segundo trimestre de 2024, já cerca de 8,042 milhões de brasileiros com 60 anos ou mais estavam ocupados, segundo dados do IBGE.
Vide mais dados em: https://g1.globo.com/economia/noticia/2018/12/11/21-dos-idosos-que-se-aposentaram-continuam-trabalhando-mostra-pesquisa.ghtml
No Brasil, 47,0% dos aposentados que trabalham precisam aumentar a renda, diz a pesquisa.
“Assim, em um mercado em que todos acreditavam que seria unicamente dominado pelos jovens, uma nova realidade já começa a se desenhar. Aumenta o número de pessoas com mais de 60 anos que decide retornar ao trabalho e encontra espaço para isso. Qualidades como maior inteligência emocional e “jogo de cintura” estão entre as vantagens do idoso.
Vides e comproves tudo isto no filme “o Senhor Estagiário” de 2015 com Robert de Niro.”
“Então, nos últimos anos, a Aposentadoria deixou de significar o fim da vida profissional para muitos trabalhadores. Esse fenômeno pode ser explicado de diversas formas, desde questões relacionadas às transformações da sociedade até preferências pessoais”.
Por que os aposentados estão voltando para o mercado de trabalho? E quais foram as principais vantagens e benefícios das empresas ao contratarem aposentados em 2023?
1) “Os valores das experiências: Se no passado a aposentadoria significava um fim definitivo da vida profissional, hoje estamos presenciando uma mudança de paradigma. Afinal, cada vez mais empresas estão optando por contratarem aposentados para as suas equipes”;
2) “Necessidades financeiras: O aumento do custo de vida é um dos principais motivadores para muitos aposentados decidirem retornar ao mercado de trabalho. Condições econômicas, como alta inflação e volatilidade dos mercados, levam muitos profissionais aposentados a retomarem suas carreiras para aumentar suas economias de aposentadoria;”
3) “Remuneração atrativa: Cerca de um quinto dos profissionais aposentados entrevistados em uma pesquisa da Robert Half Consultoria nos EUA afirmaram que estão recebendo uma remuneração maior agora do que antes, devido à maior demanda por suas habilidades. As experiências e habilidades adquiridas ao longo dos anos são altamente valorizadas e recompensadas no mercado de trabalho atual”;
4) “Desejos de se manterem em atividades: Alguns profissionais aposentados percebem que não estão prontos para se afastar completamente do Mundo dos negócios. O tédio e a busca por desafios podem ser motivadores para retornar ao mercado de trabalho. Além disso, a flexibilidade no trabalho também pode ser um fator importante para aqueles que desejam equilibrar a vida profissional e pessoal”;
5) “Compartilhamentos de experiências: Profissionais aposentados possuem uma riqueza de conhecimentos e de experiências acumuladas ao longo de décadas em suas áreas de atuação. Muitos desejam transmitirem esses conhecimentos e mentorarem profissionais mais jovens, contribuindo para o crescimento e desenvolvimento das empresas”;
6) “Quais são os benefícios de contratar um profissional aposentado? Contratar profissionais aposentados traz diversos benefícios significativos para as empresas. Ao reconhecer o valor das experiências e os conhecimentos acumulados ao longo dos anos de trabalho, as organizações podem aproveitar as habilidades únicas desses profissionais e impulsionar o sucesso do negócio”;
7) “Melhorias da cultura organizacional: Profissionais aposentados geralmente têm uma perspectiva mais equilibrada em relação ao trabalho. Sua estabilidade emocional e sua bem maior resiliência (paciência/aceitação etc..) são atributos valiosos em um ambiente corporativo. Além disso, a mistura de diferentes gerações no local de trabalho também pode gerar uma ótima troca de conhecimentos e de experiências entre os colaboradores, resultando em um ambiente de trabalho mais enriquecedor e para todos’;
8) “Transmissões de conhecimentos: Profissionais aposentados trazem consigo um conjunto valioso de conhecimentos e práticas empresariais que são difíceis de encontrar em livros e/ou em cursos de formação. Afinal, eles possuem experiências reais de mercado e sabem como lidarem com desafios específicos e desenvolverem métodos eficientes ao longo de suas carreiras”. Então, ao contratarem esses profissionais, as empresas têm a oportunidade de aproveitarem esses conhecimentos valiosos e impulsionarem as inovações mais melhorarem os processos internos e aprimorarem a qualidade dos produtos ou dos serviços oferecidos;
9) “Redução de custos com treinamentos: Ao contratarem profissionais aposentados, as empresas já se beneficiam - gratuitamente - das expertises já adquiridas por esses profissionais ao longo de suas carreiras (isto é, já com seus custos de treinamentos já pagos). Isso pode resultar em uma redução significativa nos custos de treinamentos e desenvolvimentos do novo pessoal. Afinal, esses profissionais já possuem habilidades consolidadas e não exigem a mesma quantidade de investimento em capacitação que profissionais menos experientes. Além disso, sua capacidade de mentoria e orientação pode acelerar o desenvolvimento de talentos mais jovens na organização;
10) “Aumentos das diversidades e das inclusões: A diversidade no local de trabalho é essencial para a criação de uma equipe verdadeiramente inclusiva e representativa. A contratação de profissionais aposentados contribui para isso, trazendo diferentes perspectivas, experiências e formas de pensar para a organização”;
11) Desafios de estereótipos: Além disso, a inclusão de profissionais mais velhos também desafia os estereótipos relacionados à idade e promove uma cultura de respeito e valorização da sabedoria adquirida ao longo dos anos.”
Como contratar profissionais aposentados?
“A decisão das empresas de contratarem aposentados representa uma tendência promissora e benéfica para todos os envolvidos. Diante desse cenário, investirem na reintegração de profissionais aposentados é uma estratégia inteligente para as empresas, já que contribuirá para impulsionar o seu crescimento e o seu desenvolvimento. Então, considere essa nova possibilidade para o seu planejamento estratégico ou consultivo futuro”.
“Tendo em vista os benefícios de contratarem profissionais aposentados, resta entender quais são os melhores caminhos para fazer isso nas empresas. Felizmente, existem diferentes alternativas disponíveis, então é importante considerarem-se as necessidades e os recursos das empresas”.
“Abaixo, veja algumas formas comuns de contratar profissionais aposentados e aproveitar a experiência deles:”
1) “Contratos de trabalho flexíveis, como Consultoria ou “freelancing”: Oferecem aos aposentados a oportunidade de trabalharem em projetos específicos e/ou prestarem serviços especializados de forma independente”;
2) “Programas de recontratação em tempo parcial ou por projetos: Permitem que os profissionais aposentados contribuam em uma capacidade flexível, trabalhando em tempo parcial e/ou em projetos específicos”;
3) “Parcerias com instituições de apoio às reintegrações de profissionais aposentados: Estabelecem colaborações com organizações que auxiliam aposentados na transição para o mercado de trabalho, facilitando as identificações de talentos e as conexões com empresas interessadas em contratá-los”;
4) “Recontratações de ex-colaboradores aposentados: Possibilitam a reintegração de profissionais aposentados que tenham deixado a empresa em boas condições, aproveitando seus conhecimentos da cultura organizacional e dos processos internos”;
5) “Programas de mentorias e de orientações: Oferecem a oportunidade para profissionais aposentados atuarem como mentores, compartilhando suas vastas experiências e seus conhecimentos com os funcionários mais jovens, contribuindo, assim, para os desenvolvimentos e crescimentos da equipes”.
Vide mais dados em: https://www.contabeis.com.br/noticias/62342/por-que-trabalhadores-aposentados-sao-otimas-contratacoes/ MAIS em https://www.linkedin.com/pulse/5-erros-mais-comuns-que-empresas-cometem-durante-um-de-prado-chaves/
Idem em meu artigo anterior: “Setor de inteligência competitiva pode salvar as empresas” – Vide em: https://www.agrolink.com.br/colunistas/coluna/-setor-de-inteligencia-competitiva-pode-salvar-as-empresas-_386551.html
FIM
Brasília (DF) e Porto Seguro (BA) em 25 de março de 2025
Grato pelas Leituras, Analises e Compartilhamentos.
“The VIVAMELHOR AMBIENTAL A BRAZIL THINK TANK” (one modern and faster socioambientalist/green & susteinable Energies Brazilian “think tank).
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