Solu Shield
Geral | ||
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Nome Técnico:
Bacillus pumilus cepa S2907
Registro MAPA:
45524
Empresa Registrante:
Solubio |
Composição | ||
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Ingrediente Ativo | Concentração | |
Bacillus pumilus cepa S2907 | 987,7 mL/L |
Classificação | ||
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Técnica de Aplicação:
Terrestre
Classe Agronômica:
Fungicida microbiológico
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Ingestão |
Indicações de Uso
Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico | Calda Terrestre | Dosagem | |
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Sphaeroteca macularis (Oídium) | veja aqui | veja aqui |
Tipo: Bag in box
Material: Fibra celulósica com saco plástico interno/Plástico
Capacidade: 20 L
Tipo: Balde
Material: Plástico/Metálico
Capacidade: 30 L
Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 60 L
Tipo: Contentor intermediário para granel- IBC
Material: Plástico
Capacidade:1200 L
Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 2 L
Tipo: Lata
Material: Metálico
Capacidade: 30 L
Tipo: Sachê
Material: Plástico/Plástico metalizado/Fibra celulósica
Capacidade: 1 L
Tipo: Saco
Material: Plástico/Plástico metalizado
Capacidade: 5 L
Tipo: Tambor
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 220 L
Tipo: Balde contendo 2 Bags de 5 L(embalagem secundária)
Material: Plástico
Capacidade: 10L
Tipo: Caixa(embalagem secundária)
Material: Papelão
Capacidade: 20 L
INSTRUÇÃO DE USO
SOLU SHIELD é um fungicida microbiológico indicado para o controle de Sphaerotheca macularis em qualquer cultura de ocorrência desta espécie.
MODO DE APLICAÇÃO:
Aplicação terrestre:
Realizado através de pulverizador costal ou tratorizado, equipados com pontas que reduzem perdas por deriva e promovem boa deposição do produto no solo, conforme as recomendações do fabricante. O pulverizador tratorizado deve proporcionar agitação constante da calda durante a aplicação para evitar decantação do produto.
Condições climáticas recomendadas durante a pulverização:
• Umidade relativa do ar acima de 55%
• Temperatura abaixo de 30°C
• Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h
Instruções para preparo da calda de pulverização:
a) Assegurar a limpeza do tanque do pulverizador antes do preparo.
b) Colocar aproximadamente 2/3 do volume total de água no tanque, de acordo com o volume de calda calculado para a aplicação.
c) Adicionar o produto no tanque.
d) Completar o tanque com o restante do volume total de água.
e) Manter a calda em agitação para homogeneização da calda de aplicação.
Limpeza do equipamento de aplicação:
Antes de utilizar o equipamento, assegure a sua limpeza e verifique se está em condições adequadas para uso. Logo após a pulverização, realizar a limpeza do equipamento, tanto do tanque como de todo o sistema por onde passou a calda de aplicação. O descarte dos efluentes, resultantes da lavagem, deve atender a legislação local.
Intervalo de Reentrada de Pessoas nas Culturas e Áreas Tratadas:
Não entre na área em que o produto foi aplicado, aguardar pelo menos 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda. Caso necessite entrar na área tratada antes desse período, utiliza os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para a aplicação do produto. Limitações de uso:
• Não se recomenda a aplicação deste produto concomitantemente com produtos químicos;
• Use de acordo com as recomendações da bula/rótulo e observe as precauções necessárias.
• Conservar o produto sob refrigeração ou lugar fresco e arejado.
• Lavar bem o equipamento de aplicação antes de usá-lo, evitando resíduos de agroquímicos;
• Não aplicar em período de chuvas intensas.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
A resistência de fungos fitopatógenos a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornarse um problema econômico, ou seja, fracassos no controle podem ser observados devido à resistência. Para manter a eficácia e longevidade de SOLU SHIELD como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc.;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRACBR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).