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Ametryn
4717
Ouro Fino

Composição

Ametryn 300 g/L Triazina
Clomazone 200 g/L Isoxazolidinona

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico, Seletivo condicional
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
até 5 g/ha 300 a 400 L/ha - - - Vide bula
Beldroega
(Portulaca oleracea)
até 5 g/ha 300 a 400 L/ha - - - Vide bula
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
até 5 g/ha 300 a 400 L/ha - - - Vide bula
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
até 5 g/ha 300 a 400 L/ha - - - Vide bula
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
até 5 g/ha 300 a 400 L/ha - - - Vide bula
Capim colonião
(Panicum maximum)
até 5 g/ha 300 a 400 L/ha - - - Vide bula
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
até 5 g/ha 300 a 400 L/ha - - - Vide bula
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
até 5 g/ha 300 a 400 L/ha - - - Vide bula
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
até 5 g/ha 300 a 400 L/ha - - - Vide bula
Grama seda
(Cynodon dactylon)
até 6 g/ha 300 a 400 L/ha - - - Vide bula
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
até 5 g/ha 300 a 400 L/ha - - - Vide bula
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
até 5 g/ha 300 a 400 L/ha - - - Vide bula
Picão preto
(Bidens pilosa)
até 5 g/ha 300 a 400 L/ha - - - Vide bula
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
até 5 g/ha 300 a 400 L/ha - - - Vide bula
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
até 5 g/ha 300 a 400 L/ha - - - Vide bula

Conteúdo: 0,1; 0,5; 1; 5; 10; 20; 100; 200; 1.000 litros.

MODO APLICAÇÃO:
O PRONTOBR é indicado para ser aplicado em pré-emergência ou pós-emergência inicial para controle de plantas infestantes na cultura de cana-de-açúcar e pode ser aplicado com pulverizadores: costal (manual ou motorizados) ou tratorizados.
O solo deve estar bem preparado, livre de torrões. É necessária uma quantidade mínima de umidade no solo para ativação do produto. Na ausência de umidade no solo, aguardar uma chuva leve (maior que 10 mm) para que ocorra esta ativação. Caso as plantas infestantes comecem a germinar antes da ativação do produto pela umidade, efetuar controle mecânico através de cultivo superficial (tratorizado ou manual) nas entrelinhas, evitando o movimento intenso do solo para manter o produto na camada superficial.
Aplicação Terrestre:
Utilizar pulverizadores costais (manuais ou motorizados) ou tratorizados, com barras providas de bicos de média/alta vazão (1,5 L/min.), tais como: Teejet leque 110.04, XR Teejet 110.04, Albuz leque 100.04, Fulljet, ou similares. 0 espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e altura da barra de 30 -50 cm. Recomenda-se aplicar em dias com baixa velocidade do vento. Pressão de trabalho: 40 lb/pol2
• A altura da barra deve obedecer às recomendações dos fabricantes devendo, em toda a sua
extensão, estar na mesma altura e ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura, de
forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
• Mantenha a agitação do tanque e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras do equipamento, evitando desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação ou danos a culturas vizinhas.
• Para situações em que se necessite utilizar equipamento costal manual de pulverização, recomenda-se que a regulagem seja feita de maneira a manter as doses recomendadas para o produto e cobertura uniforme das plantas.
• A densidade das gotas deve entre 40 - 80 gotas/cmz, com DMV (Diâmetro Médio Volumétrico) _ 200 - 300 micra.
• O sistema de agitação no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Lavagem do equipamento de aplicação: Inicie a aplicação somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
2. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Modo de preparo de calda:
A calda deve ser preparada diretamente no dep6sito do pulverizador, procedendo da seguinte forma: colocar Água ate 2/3 da sua capacidade; colocar o agitador em funcionamento; adicionar a quantidade de produto necessária, completar com o volume de Água pretendido, agitando sempre. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplica45o, pulverizando logo em seguida. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitac5o da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicac5o. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
CONDICOES CLIMATICAS:
Com relação as condições climáticas, deve-se procurar aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 Km/h, temperaturas superiores a 27°C e umidade relativa inferior a 70%, visando reduzir ao maxim° as perdas por deriva e evaporac5o.
AVISO AO USUARIO:
0 produto deve ser exclusivamente utilizado de acordo com as recomendações desta bula. A OUROFINO ri5o se responsabiliza por perdas ou danos resultantes do uso deste produto de modo não recomendado especificamente pela bula. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. O usuário assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.
INTERVALO DE SEGURANCA cana-de-açúcar.......... ND
ND = não determinado devido a modalidade de emprego
INTERVALO DE REENTRDA DE PESSOAS NAS CULTURAS E AREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas apos a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de protec5o individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicac5o.
LIMITACOES DE USO:
- Os usos do produto est5o restritos aos indicados no rotulo e bula.
- Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causara danos as culturas indicadas.
- N5o se recomenda aplicar o produto a menos de 800m da cultura de girassol e milho e das seguintes atividades: hortas, pomares, viveiros, casas de vegetação (estufas), jardins, videiras, Arvores ornamentais, videiras, arvoredos, vegetações ribeirinhas e outras nativas.
- Culturas de inverno (trigo, aveia, centeio) subseqiientes a aplicação do produto poder5o apresentar leve clorose em locais onde houver sobreposic5o de barra. Entretanto, estas plantas recuperam-se normalmente, n5o afetando a produção nestas condições.
- Aguardar um periodo minimo de 150 dias apos a Ultima aplicação do produto para a instalação de culturas subseqüentes.
- Em cana soca já brotada, poderá ocorrer clorose localizada, apos aplicação, pela ação do contato com o produto, havendo recuperação total da planta.
- Deve-se evitar aplicação em área total em cana soca corn mais de 20 cm de altura, caso necessário, realizar a pulverizac5o com jato dirigido.
- Evitar a aplicação em lavouras que tenham sofrido ou estejam sofrendo periodo de seca prolongado. - O produto não deve ser utilizado em cana planta em condicOes de solo leve.
- Não aplicar sob ameaça de chuvas.
- N5o utilizar a cana-de-açúcar em que foi aplicado o produto para a alimentação animal.
INFORMACOES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTECAO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Os EPI's visam proteger a sat:ide dos trabalhadores e reduzir o risco de intoxicac5o decorrente de exposic5o aos agrotóxicos. Para cada atividade envolvendo o uso de agrotóxicos ~ recomendado o uso de EPI's especificos descritos nas orientações para preparação da calda, durante a aplicac5o, apOs a aplicac5o, no descarte de embalagens e no atendimento aos primeiros socorros.
INFORMACOES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICACAO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.

- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a Ultima aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calcas por cima das botas; botas de borracha; mascara com filtro mecânico classe P2; Óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUCOES APOS A APLICACAO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. AREA TRATADA" e manter os avisos ate o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, Óculos, botas, macacão, luvas e mascara.
- Tome banho imediatamente alp& a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da familia. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faca a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção apos cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. – Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepetente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço medico de emergência levando a embalagem, rotulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não de nada para beber ou corner.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
- INTOXICACOES POR AMETRINA, CLOMAZONA E NAFTA LEVE -
INFORMAÇÕES MEDICAS
Grupo químico: AMETRINA: triazina; CLOMAZONA: isoxazolidinona; NAFTA LEVE: solvente aromatico de baixo ponto de ebulição.
Classe toxicológica: III - MEDIANAMENTE TOXICO
Vias de exposição: Inalatória, dérmica, oral e ocular.
Toxicocinética: Ametrina: Estudos em ratos mostraram que a ametrina é rapidamente absorvida pela via oral e amplamente distribuída, sendo encontrada, mesmo em baixos níveis, em todos os tecidos. Esta substancia é extensivamente biotransformada em diversos metabólitos polares, principalmente através da oxidação do grupo tiometilico a seu correspondente sulfoxido e posterior conjugação com a glutationa. A excreção da ametrina se da principalmente através da urina (50-61%) e através das fezes (30-42%). A eliminação desta substância do organismo de ratos é rápida, aproximadamente 90% da dose administrada é eliminada dentro de 72 horas. Menos de 2% da dose permanece nos tecidos.
Clomazona: Estudos experimentais conduzidos em ratos mostraram que a clomazona foi rápida e amplamente absorvida pelo trato gastrintestinal, com taxas de absorção de 87-100% e pico de concentração no sangue em 4 horas após a sua administração. Este ativo é distribuído para os tecidos e, após doses muito altas, as maiores concentrações de resíduos de clomazona foram detectados no fígado, rins, pulmões, sangue e pelos. A clomazona foi quase totalmente biotransformada por hidroxilação (metabólitos mono-, di- e tri hidroxilados) e também por oxidação e abertura do anel heterocíclico (3 isoxazolidona). A excreção da clomazona e seus metabólitos ocorreu principalmente através da urina (70%) e também das fezes (30%), sendo a maior parte eliminada dentro das primeiras 48 horas e quase totalmente até 7 dias e após a administração. Tanto na urina como nas fezes, o nível do composto precursor (clomazona) é muito baixo, já os metabólitos são a maior parte e são
encontrados na forma conjugada e não-conjugada. 0 potencial de bioacumulação é baixo.
Nafta leve: A nafta é absorvida totalmente pelo trato gastrointestinal; no trato respiratório, atravessa prontamente a membrana alveolar e, pela via dérmica, é pouco absorvida devido à volatilidade deste solvente (exceto em testes com oclusão). A distribuição ocorre amplamente nos tecidos, de acordo com a lipofilicidade e a constituição do organismo, com alta afinidade pelo tecido adiposo e podendo atravessar barreiras biológicas. Por qualquer via que seja
absorvida, a nafta é rapidamente metabolizada e eliminada. Os hidrocarbonetos aromáticos são biotransformados por oxidação via enzimas do sistema
citocromo P-450, e os intermediários metabólicos podem ser conjugados com glucuronídeos, sulfatos, glutationa ou, ainda, aminoácidos como cisteína e/ou glicina.
A eliminação de nafta pode ocorrer principalmente pela via pulmonar (exalação de ar). Os metabólitos resultantes da oxidação ou conjugação são mais hidrossolúveis do que seus compostos precursores e são, assim, sujeitos à
excreção urinária, ou, em alguns casos, à excreção biliar. Assim, este processo pode ter importância tanto quanto à desintoxicação, devido à rápida excreção, como quanto à intoxicação, devido aos possíveis metabólitos tóxicos. Também pode ser secretada no leite em lactantes expostas. Não é previsto que haja bioacumulação de nafta.

MECANISMOS DE TOXICIDADE: Ametrina/ clomazona: Não são conhecidos os mecanismos de toxicidade destas substâncias em humanos ou animais.
Nafta leve: SNC - A exposição aguda a hidrocarbonetos aromáticos possibilita a entrada destes solventes na corrente sanguínea e possibilita que atravessem a barreira hematoencefálica, podendo levar à depressão do sistema nervoso central (SNC). 0 hidrocarboneto aromático, com característica lipofílica,
dissolve a porção lipídica das membranas das células nervosas e interrompe a função das proteínas de membrana seja por alterar a bicamada lipídica, seja por alterar a conformação proteica. 0 metabolismo oxidativo dos hidrocarbonetos depressores do SNC diminui a sua lipofilicidade e representa um processo que contrabalanceia a toxicidade que atua no SNC. Pulmões - A irritação pulmonar e pneumonite após inalação e exposição oral a hidrocarbonetos aromáticos pode envolver interação direta com as membranas das células . nervosas, o que pode causar broncoconstrição e dissolução nas membranas do parênquima pulmonar, resultando em uma exsudação hemorrágica de proteínas, células e fibrina nos alvéolos.

SINTOMAS E SINAIS CLINICOS: Em contato com a pele e com os olhos, pode ocorrer irritação. A inalação de grandes quantidades de vapores ou aerossóis do produto pode causar irritação
do trato respiratório. A exposição inalatória e/ou oral pode causar depressão do sistema nervoso central (SNC), com sedação, sonolência, tontura, perda de concentração, ataxia, coma, convulsões, coma e/ou morte. A ingestão do produto pode ocasionar irritação do trato gastrointestinal, manifestada por desconforto epigástrico, náusea, vômito e diarreia.

Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência
de quadro clínico compatível.

TRATAMENTO: Descontam inação: visa limitar a absorção e os efeitos locais.
ADVERTÊNCIA: A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Remover roupas e acessórios e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão.
ANTÍDOTO: Não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
0 profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.
Exposição oral: O tratamento é sintomático e de suporte. Não há antídoto específico. Atentar para o nível de consciência (incluindo confusão ou comatose) e proteger vias aéreas do risco de aspiração.
Lavagem gástrica: Somente cogitar a descontaminação gastrintestinal após a ingestão de grande quantidade do herbicida. Neste caso, considere após ingestão recente (geralmente até 1 hora) de uma quantidade que represente risco à vida.
- Contra-indicações: Não realizar lavagem gástrica em caso de perda dos reflexos protetores das vias respiratórias, nível diminuído de consciência; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidades pouco tóxicas.
Monitorar os sinais vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial).
Exposição inalatória: Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto à irritação do trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, conforme necessário.
Exposição ocular: Descontaminação: Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço,
lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição dérmica: Descontaminação: Remover as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser encaminhado
para tratamento específico.
Contra-indicações:
A indução do vomito é contra-indiciada em razão do risco de aspiração e de pneumonite quimica, porem se ocorrer vôrnito espontaneamente, este não deve ser evitado.
Efeitos sinérgicos: Não são previstos efeitos sinérgicos para o produto.
ATENÇAO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnostico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT -ANVISA/MS.
[Notifique ao sistema de informações de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 701 0450

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Ametrina: Estudos em ratos mostraram que a ametrina é rapidamente absorvida pela via oral. A excreção desta substancia se da principalmente através da urina (50-61%) e através das fezes (30-42%). A eliminação da ametrina do organismo de ratos a rápida, aproximadamente 90% da dose administrada eliminada dentro de 72 horas. Menos de 2% da dose permanece nos tecidos. Não são conhecidos os mecanismos da toxicidade da ametrina em humanos ou animais.
Clomazona:
Clomazona foi rapidamente absorvido quando administrada via oral a ratos (87-100%). A observação dos dados de absorc5o indica claramente que a clomazona é bem absorvido apos a administração oral. A maior parte do produto (70%) foi excretada na urina. A maioria dos metabolitos foi eliminada na urina e fezes dentro das primeiras 24-48 horas. A clomazona foi quase totalmente biotransformada por hidroxilação e também por oxidac5o e abertura do anel heterociclico (3-isoxazolidona). O potencial de bioacumulação nos tecidos é baixo. Não são conhecidos os mecanismos da toxicidade da clomazona em humanos ou animais.
Nafta leve:
A nafta é rapidamente absorvida pelas vias oral e inalatoria, amplamente distribuída e pode atravessar a barreira hematoencefilica, afetando o sistema nervoso central (SNC). E rapidamente biotransformada e eliminada no ar exalado pelos pulmões e também pela urina.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
Efeitos agudos:
DL50 oral (ratos fêmeas): >5000 mg/kg p.c.;
DL50 dérmica (ratos machos e fêmeas): >2000 mg/kg p.c.;
CL50 inalatória (ratos machos e fêmeas): >0,485 mg/L/4h horas (clomazona); >0,886 mg/L/4 horas (ametrina). Não foi possível estabelecer precisamente a CL50 devido a baixa capacidade de aerossolização do produto.
Irritação cutânea em coelhos: Levemente irritante a pele.
Irritação ocular em coelhos: Levemente irritante ocular.
Sensibilização cutânea: 1\15o sensibilizante para cobaias.
Efeitos crônicos:
Ametrina: A ametrina parece apresentar baixa toxicidade crônica. Em animais, os principais efeitos observados foram no fígado. Esta subst5ncia não apresentou potencial mutagênico em estudos in vitro e in vivo. Não é esperado que a ametrina apresente potencial cancerígeno. Esta substancia não demonstrou potencial de toxicidade para o desenvolvimento pre-natal nem toxicidade para a reprodução em estudos em animais.
Clomazona:
Os efeitos da CLOMAZONA não são cumulativos. Um aumento no fígado e nas taxas de colesterol foram notados em animais de laboratório que ingeriram altas doses de CLOMAZONA durante toda a vida. Em estudos realizados em animais de laboratório, a CLOMAZONA não demonstrou efeitos neurotóxicos, mutagênicos ou carcinogênicos.
Nafta:
Os efeitos crônicos da exposição a hidrocarbonetos aromáticos são relacionados a danos ao sistema nervoso.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
- MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

. Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

-Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -Equipamentos de Proteção Individual -recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL (EMBALAGENS DE GRANDE VOLUME RETORNÁVEIS)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.



TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legisla��ão específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.



RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.