Em relação às notícias veiculadas nos últimos dias, atribuindo o uso de Pyriproxyfen a casos de microcefalia no Brasil, a Sumitomo Chemical, fabricante do produto, reafirma que Pyriproxyfen é seguro e eficaz no combate a mosquitos transmissores de doenças, dentre os quais Aedes aegypti, Culex quinquefasciatus e mosca doméstica. Sumitomo Chemical não vê possibilidade de que o uso do produto esteja ligado à ocorrência de microcefalia.
Pyriproxyfen, submetido a extensos testes toxicológicos, demonstrou não afetar sistemas reprodutivo e nervoso em mamíferos, e é um produto aprovado por autoridades de aproximadamente 40 países, dentre os quais Turquia, Arábia Saudita, Dinamarca, França, Grécia, Holanda e Espanha. No Brasil, o produto é aprovado e registrado desde 2004, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Na Colômbia, é usado desde 2010 e na República Dominicana, desde 2011. Desde seu lançamento 20 anos atrás, não há relatos conhecidos em nenhum país que estabeleçam relação entre a ocorrência de microcefalia e o uso do produto.
Pyriproxyfen é aprovado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para combate a mosquitos, dentre eles o Aedes Aegypti. A OMS conclui, em seu documento Pyriproxyfen in Drinking-water, publicado em 2004 - também publicado pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) em 2001 - que Pyriproxyfen não é mutagênico, não é genotóxico, não é carcinogênico nem teratogênico.
A Sumitomo Chemical, ao longo de seus mais de 100 anos de história, tem pautado sua atuação pelo rigor científico e respeito ao meio ambiente e a saúde da população e reafirma a confiança na segurança de seus produtos.
Sumitomo Chemical do Brasil Ltda.