Cultivar BRS-piatã se destaca como opção na ILP
Cultivar pode ser produzida nas regiões com estação seca de até cinco meses
A cultivar é uma Brachiara Brizantha protegida e desenvolvida pela Embrapa – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária em conjunto com a UNIPASTO. Desde 2007 no mercado, o cultivar BRS-piatã é recomendado para diversificação das pastagens como alternativa da Marandú.
Pierre Patriat, sócio proprietário da Santa Rita Sementes, empresa localizada em Rondonópolis (MT), destaca que o cultivar BRS-piatã produz forragens de melhor qualidade. “Em média de 9,5 toneladas por hectare de matéria seca, sendo 30% dessa produção obtida no período seco, além disso, é altamente responsiva à adubação”, informa.
Para o assessor técnico da Fazenda Ribeirão II, João Batista de Almeida, o que mais chama atenção no cultivar BRS-piatã é a palatabilidade, boa relação folha/talo e o estabelecimento rápido. Já o produtor José Carlos Félix, da Fazenda Recanto, ressalta o maior acúmulo de folhas, o que eleva de gestibilidade. “Mais folhas é sinônimo de mais massa, com certeza é um dos melhores capins”, afirma.
A cultivar pode ser produzida nas regiões com estação seca de até cinco meses, dos estados das regiões Centro-Oeste e Sudeste, além da Amazônia Legal e áreas de Mata Atlântica e de cerrado da Bahia. Ela é produzida exclusivamente pelas empresas associadas à UNIPASTO - Associação para o Fomento à Pesquisa de Melhoramento de Forrageiras.
A empresa
A Santa Rita Sementes está localizada em Rondonópolis desde 1990 e é uma empresa associada à UNIPASTO. Nos últimos anos o grupo estabeleceu parcerias que possibilitaram a produção própria de sementes de excelente qualidade, com orientação e cuidado de técnicos capacitados. Mais informações: 3421.4205.