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Mapa fecha acordo com Anvisa e Ibama para acelerar registro de defensivos

Anúncio do secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Luís Rangel



Os três órgãos responsáveis pelo registro de defensivos agrícolas no Brasil chegaram a um acordo de colaboração para agilizar as análises e processos de registro de agroquímicos. A morosidade na avaliação de novos produtos para defesa vegetal – com processos que se arrastam entre cinco a oito anos – é um dos principais entraves apontados pelo setor produtivo rural.

O anúncio foi feito pelo secretário de Defesa Agropecuária do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), Luís Rangel (foto), durante reunião ordinária da Câmara Temática de Insumos Agropecuários realizada na última segunda-feira (22.02). De acordo com ele, o acordo busca uma harmonização nos processos de análise dos agroquímicos, estabelecendo uma “agenda comum” com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

O acordo, que será firmado a partir do próximo mês de março, prevê uma novidade: o fornecimento de mão de obra técnica para avaliação dos defensivos por parte do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ). “Isso vai representar um valor pequeno dentro do orçamento, mas que trará grandes resultados. É um modelo de suporte com estudantes que nos darão subsídios para a tomada de decisão”, explicou Rangel.
 

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