Agronegócio

Argentina vai endurecer fiscalização e punição por uso de sementes ilegais

Esperando a nova Lei de Sementes

O governo argentino promete “incrementar a dureza das punições” a produtores e empresas que comercializem e plantem sementes ilegais. A informação é do presidente do Instituto Nacional de Sementes (Inase), Raimundo Lavignolle, ao assegurar que o órgão “está enfocado em combater a ilegalidade, reforçando ações de fiscalização” neste ano de 2017.

“Aumentamos, principalmente no segundo semestre de 2016, a dureza das sanções [contra a produção e utilização das sementes clandestinas]. Se a punição não é exemplar, acaba não cumprindo sua função corretiva. Precisamos de penalizações que sejam exemplares”, sustenta Lavignolle.

O dirigente explica que, logo no início deste ano, o Instituto vai redobrar seus esforços para aumentar o controle sobre o setor sementeiro, bem como sobre produtores, armazenadores e mesmo nas indústrias. Para isso, promete implementar ações informativas e impor uma fiscalização inteligente.

“Recordamos aos produtores que comprem semente fiscalizada, rotulada, que é a que vai dar a maior garantia e qualidade. Se fizerem as contas, a semente de qualidade sempre se paga. Não se pode ter um bom cultivo se não se planta a melhor semente”, explica Lavignolle.

O Inase recebeu do Ministério da Agroindústria da Argentina a incumbência de reforçar sua atividade de fiscalização, e para tanto ganhou um incremento no orçamento de 200 milhões de Pesos para 2017. “Detectamos a produção de híbridos ilegais: encontramos e penalizamos, e tudo o que encontrarmos de errado será punido”, promete o presidente do Instituto.

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