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Mancha bacteriana oleosa

Bacteriose, mancha oleosa (Xanthomonas campestris pv. passiflorae)

A mancha bacteriana oleosa é uma bacteriose de considerável importância econômica para a cultura do maracujá, podendo causar grandes prejuízos. Atualmente ocorre na Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo.

Danos: Nas folhas, a bactéria causa pequenas manchas oleosas, translúcidas, com presença de halos visíveis, encontradas principalmente ao longo das nervuras principais. Com a evolução da doença essas lesões tornam-se deprimidas, adquirem coloração marrom e coalescem, podendo formar grandes áreas necrosadas e causando a seca total da folha.

Nos frutos, as lesões são oleosas, pardas ou esverdeadas, circulares ou irregulares e com margens bem definidas. Essas podem coalescer ou, em casos severos, penetrar até as sementes. inutilizando os frutos para o consumo.

Controle: Para o plantio é indispensável o uso de sementes e mudas sadias e de boa qualidade, assim como máquinas e equipamentos limpos. A rotação de cultura com espécies não hospedeiras por um período mínimo de três anos reduz o potencial de inóculo.

O tratamento preventivo com uso de antibióticos é outra possibilidade de controle, como também a aplicação de fungicidas cúpricos.


Culturas afetadas que possuem controle com Agroquímicos registrados no MAPA


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